Mostrar mensagens com a etiqueta Bragaparques. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Bragaparques. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Branqueamento do Processo Bragaparque

Tem aparecido na comunicação social uma onde de branqueamento do processo Bragaparque em que parte dos responsáveis se querem desvincular de um assunto que tresanda a corrupção, favores e “inocência”. Com o afundar do barco alguns "ratos" saltam directamente para a lama do charco onde por mais que disfarcem estão atolados até à raiz do cabelo.
“Em conferência de imprensa realizada dia 22, os eleitos do PCP na Câmara Municipal de Lisboa defenderam a nulidade da permuta e da hasta pública relacionada com os terrenos do Parque Mayer e de Entrecampos. Esta posição foi defendida na véspera da reunião de Câmara onde o assunto seria debatido.
Os vereadores comunistas lembraram ainda que os eleitos do PCP e do PEV foram os únicos que, desde o início do processo, se opuseram à permuta dos terrenos, bem como a todos os aspectos relacionados com ela. A responsabilidade deste negócio, acusam, é do PSD e do CDS, mas este «nunca teria sido aprovado sem o voto favorável do PS e do BE».
O Processo fói desencadeado, lembraram ainda, no seguimento de uma queixa apresentada pelo PCP e PEV na Polícia Judiciária em Agosto de 2005. O Avante! Desenvolverá esta notícia na próxima edição” in Avante! de 24.01.2008.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007

Posição do PCP sobre Câmara de Lisboa - As responsabilidades da Direita, do PS e do BE

A Câmara de Lisboa vive dias muito complicados, por total responsabilidade da direita que, desde há cinco anos, tem desenvolvido políticas erradas que vêm agravando a vida dos lisboetas.

«A direita tem de assumir esse facto, especialmente o PSD. Mas é preciso não esquecer que o CDS-PP, desses cinco anos e alguns meses, esteve no poder quatro anos e tal», acusa, em comunicado, a Organização da Cidade de Lisboa do PCP.
Esta denúncia foi proferidas após a Polícia Judiciária (PJ) ter efectuado buscas às instalações da autarquia por suspeitas relativas aos negócios do Parque Mayer e da Feira Popular, envolvendo uma permuta de terrenos com a empresa Bragaparques.
Após a recolha de documentos pela PJ e pelo Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP), que visitaram também os escritórios da Bragaparques e a EPUL (Empresa Pública de Urbanização de Lisboa), a vereadora do Urbanismo, Gabriela Seara, e o director municipal de Serviços Gerais, Remédio Pires, foram constituídos arguidos.
«No entanto, a verdade é que, no caso especialmente enviesado do Parque Mayer/Feira Popular, o PS e o BE têm uma responsabilidade original muito grande porque foi o seu voto favorável que viabilizou o negócio num mandato em que a direita estava em minoria na Assembleia Municipal. Hoje fazem que não é nada com eles. Mas os factos estão ai para as nossas conclusões», acusam os comunistas.

Outros casos...

Mas não é só o caso do Parque Mayer que deve preocupar os cidadãos de Lisboa. Muitas outras situações se têm verificado em que o interesse municipal não é acautelado e o erário público é lesado. O PCP combateu sempre politicamente esses processos, votando contra, denunciando-os e recorrendo às instâncias judiciais de investigação criminal.
Entretanto, as acções correm os seus termos. Além do Parque Mayer e Entrecampos existem, para os comunistas, «duvidas» nas «alterações simplificadas do Plano Director Municipal», nas «operações urbanísticas de Alcântara, Boavista, Vale de Santo António», na «falta de plano nas Olaias», nas «operações urbanísticas em torno do Estádio do Benfica e do Sporting» e no «túnel do Marquês».
(in Avante; n.º 1731)