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sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Entroncamento deixa destroir património

O Património Entroncamentense está mais pobre e a saque. A autarquia e REFER não fazem o que lhes compete. Os portões do antigo Liceu Camões estão escaqueirados, as duas peças escultóricas, "os mochos", à entrada foram roubadas, o edifício está em adiantado estado de vandalização e abandono. Tinhamos alertado, agora... é hora de pedrimos responsabilidades à REFER e Autarquia.

domingo, 10 de agosto de 2008

TERÃO OS RESPONSÁVEIS DA CP A NOÇÃO DO QUE ESTÃO A RECOMENDAR?

Entre outros, os locais de Entroncamento que a CP recomenda no seu site aos visitantes são os "Bairros Ferroviários". Se observarmos as fotos ou visitarmos os locais, ficamos sem dúvidas de que as recomendações são um belo cartão de visita à incúria e ao abandono a que foram votados tais locais, primeiro por parte da CP e posteriormente por parte da REFER, tudo isso com a assistência complacente dos responsáveis da edilidade local.
Recordemos a quem já esqueceu que os "Bairros Ferroviários" fazem parte de um conjunto de edifícios que são propriedade da REFER e que estão considerados como património de interesse concelhio (Artigo 77.º do Regulamento do PDM de Entroncamento).
Terão os responsáveis pelo referido site a noção do estado de degradação a que chegaram tais edifícios?

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Intervenção do PCP na RVE em 31/01/2008


Ao falar-se de Património Arquitectónico e Histórico, no Entroncamento, inevitavelmente termos de falar do Fenómeno Ferroviário e da Revolução Industrial da 2.ª metade do sec. XIX. O “fenómeno” do Entroncamento não foi o das batatas, das cebolas… ou de qualquer "nabo" que alguns incultos nos querem impingir.

Ofenómeno” do Entroncamento foi o de uma revolução inovadora, para a época, que marcou toda uma região, e porque não dize-lo: - marcou o País! Esta revolução tecnológica contribuiu para uma radical mudança de mentalidades,… foi um rude golpe nas relações feudais dominantes. A cultura proletária ganhava terreno.

O Entroncamento, na época da introdução da via-férrea, era considerado como uma referência nacional onde eram aplicados grandes recursos tecnológicos gerados pela Revolução Científica.

Aqui acorreram operários pioneiros de uma grande aventura. O fenómeno da ferrovia mobilizou recursos colossais.

Esta grande aventura humana mudou para sempre um descampado agrícola, pouco habitado, numa urbe. Assim o Entroncamento para além de fenómeno tecnológico foi, e é ainda, um fenómeno urbanístico, para o bem e para o mal consoante as épocas.

O Entroncamento dispõe hoje de dois tipos dominantes de património arquitectónico e histórico: o património constituído por edifícios industriais sobretudo ferroviários e os bairros ferroviários (e pouco mais).

Esse valioso património tem sido deixado ao abandono. No entendimento que ainda domina nalgumas mentes: apenas os monumentos históricos construídos antes da revolução industrial eram vistos como bens patrimoniais, excluindo-se obras de épocas mais modestas e mais recentes e conjuntos urbanos. No entanto o paradigma está a mudar. O património faz-se dia-a-dia e lega-se às gerações futuras.

Assim urge delimitar-se os bens arquitectónicos e históricos e salvaguarda-los no actual processo de revisão do Plano Director Municipal.

Algum do património legado pelos pioneiros ferroviários perdeu-se irremediavelmente devido à irracionalidade e à incapacidade de visão histórica e cultural.

Exemplos mais significativos desse desrespeito pelos valores transmitidos, encontramos a destruição do chamado “edifício Paris” do Arquitecto Piccioci, uma das jóias da arquitectura local. Mas houve mais, a deslocação do Chafariz do Bairro Camões, a destruição do Fontanário do Largo da Feira (actual Praça do Município) da autoria de Henrique Sequeira e outros,... Foram tempos de vandalismo.

Mas desenganem-se os que julgam ter acabado o processo de irresponsabilidade e a talibanização do nosso património cultural local.

Hoje, por incúria da REFER e dos poderes políticos locais e nacioniais o edifício Camões está num estado lastimoso. O Bairro Camões, o Bairro Social da CP na rua Latino Coelho, o Bairro Vilaverde (que nem esgotos tem) encontram-se em avançado estado de degradação e de abandono.

Mas há mais, o património arquitectónico militar, o Centro Cultural, e muitos outros edifícios com interesse histórico, arquitectónico podem desaparecer pois não está devidamente salvaguardada o seu enquadramento no PDM.

O Entroncamento também na área do Património Arquitectónico e Histórico necessita de outra Política, que só a CDU está em condições de implementar


segunda-feira, 15 de janeiro de 2007

Entroncamento - Património degradado

A CDU, na última sessão da Assembleia Municipal, manifestou as suas preocupações quanto ao estado do património arquitectónico, histórico e industrial concelhios.

Hoje, trazemos aqui algumas fotografias. As imagens valem por mil palavras – O património mais valioso do concelho ameaça desaparecer, como aconteceu com o Edifício Paris, perante a passividade e laxismo do executivo camarário.

Bairro Vila Verde - as casas têm aspecto de abandonadas, a erva cresce no pavimento e nas calçadas não há um herbicida.

A Escola Camões com vidros partidos, portão lateral escancarado (entretanto fechado em 21_10_2007), elementos arquitectónicos com infiltrações visíveis de água, etc… Onde estão os poderes públicos locais? A REFER sabe disto?

Material e edifícios ferroviários a necessitarem de recuperação urgente. Quanto mais tempo para o Museu ser uma realidade?

Esta locomotiva, sujeita à humidade intensa e à agressão dos vândalos está a necessitar de manutenção urgente …

Edifício da Filarmónica, um dos mais belos legados históricos, está a necessitar de manutenção e valorização.

Edifício da EDP - degradação e vandalismo patentes