Ontem como hoje, vale sempre a pena lutar!
quarta-feira, 25 de abril de 2007
LIBERDADE
Abril de 1974 (os preparativos)
in Avante de Abril de 1974
Um mês antes
in Avante de Março de 1974
segunda-feira, 23 de abril de 2007
Jerónimo de Sousa em Santarém

sábado, 21 de abril de 2007
Mário Nogueira eleito este sábado secretário-geral da Fenprof

terça-feira, 17 de abril de 2007
quarta-feira, 4 de abril de 2007
ALA DOS NAMORADOS E SP WILSON NAS FESTAS DO CONCELHO DE CONSTÂNCIA 2007

25 de Abril Sempre!
ASSUNTOS DA ORDEM DE TRABALHOS DA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE ENTRONCAMENTO - 30 DE ABRIL
Período Antes da Ordem do Dia
Intervenção do Público
Ordem do Dia
- Prestação de Contas de Gerência — exercício de 2006;

- Projecto de Regulamento dos períodos de abertura e encerramento dos estabelecimentos de venda ao público e prestação de serviços;
- Projecto de Regulamento da Actividade de Comércio a Retalho, exercida pelos feirantes;
- Proposta de alienação de terrenos. (3 terrenos perto do E. Leclerc);
- Regulamento do ruído (se o processo estiver pronto a tempo).
Informação do Senhor Presidente
terça-feira, 3 de abril de 2007
Vila do Rei abandona Comunidade Urbana do Médio Tejo
A presidente de Câmara Municipal de Vila do Rei enviou à COMURB um ofício com o seguinte conteúdo:
“Considerando as alterações legislativas previstas no âmbito do ordenamento do território nacional.
Considerando os diminutos benefícios da integração deste município na Comunidade Urbana.
Considerando a reunião tida com o Presidente da CCDR-Centro no dia 24 de Setembro de 2006, em que foi transmitido que os municípios de Vila de Rei e Mação não poderiam beneficiar de qualquer financiamento comunitário proveniente do QREN através da Comunidade Urbana.
A Câmara Municipal e a Assembleia Municipal de Vila de Rei aprovaram por unanimidade a desvinculação deste município da Comunidade Urbana do Médio Tejo.
Com efeito, considerando os escassos benefícios da integração deste município na Comunidade, e dado que esta autarquia já disponibilizou um grande volume de verbas para essa Comunidade pelo que se comunica que este município não tem intenções de proceder a qualquer transferência pecuniária para a Comunidade Urbana.”
17 Abril - Vamos entregar 100.000 assinaturas pelo direito à Saúde

Nos últimos meses, o PCP desenvolveu no plano nacional uma importante campanha política sob o lema "A saúde é um direito, não é um negócio!".
Num momento em que o Governo intensifica a ofensiva contra o acesso dos portugueses à saúde, e promove a sua entrega aos interesses privados, o PCP apela aos portugueses para intensificarem a luta contra esta política.
A entrega das 100.000 assinaturas recolhidas será realizada no próximo dia 17 de Abril, num desfile cuja concentração é no Largo Camões às 18.00 e se dirigirá até São Bento.
Participa! O teu protesto conta!
sexta-feira, 30 de março de 2007
Greve Geral na Administração Pública
domingo, 25 de março de 2007
2007 - lª Reunião Ordinária da Assembleia da Comunidade Urbana do Médio Tejo
Dia 31 de Março, pelas 9h30, no Salão Nobre dos Paços do Concelho de Tomar, com a seguinte ordem de trabalhos:Antes da Ordem do Dia
Ordem do dia:
Apreciação e votação do Relatório de Gestão referente a 2006, ao abrigo do art.º 8.° do Regimento em vigor;
Intervenção do público nos termos do n.°4, do art.° 24.° do Regimento da Assembleia da Comunidade Urbana do Médio Tejo (duração máxima global de 30 minutos e duração máxima de 5 minutos por intervenção).
terça-feira, 20 de março de 2007
Intensificação de manobras de ingerência e ameaças contra Cuba

Pela Defesa dos Serviços Públicos!

Um dos temas desta sessão plenária foi a discussão do relatório Hasse Ferreira sobre os serviços sociais de interesse geral. Os deputados comunistas votaram contra este relatório que prossegue o ataque aos serviços públicos previsto na Estratégia de Lisboa e noutras directivas. Declaração de voto de Ilda Figueiredo no Parlamento Europeu - Ver +
quarta-feira, 14 de março de 2007
Manifestação na Chamusca juntou 2.000 pessoas

segunda-feira, 12 de março de 2007
Em Defesa da acessibilidade ao Serviço Nacional de Saúde com qualidade
A Comissão de Utentes do Médio Tejo organizou uma iniciativa pública de sensibilização e esclarecimento para a qual convidou: partidos políticos, órgãos autárquicos, comunicação social e população em geral para debater problemas relacionados com a prestação de saúde tendo em conta três objectivos: Reforço do número de médicos nos Centros e Extensões de Saúde; Organização do Centro Hospitalar e respectiva Urgência no respeito pelas características pelas características sócio-demográficas do Médio Tejo; e a prestação de cuidados de saúde deve ser factor de desenvolvimento sócio-económico da região do Médio Tejo. A iniciativa consistiu em três concentrações, junto aos três hospitais, e numa caravana de carros.
Nos cartazes dos participantes podia ler-se slogans do tipo: “Não às Taxas Moderadoras”; “Urgências Médico-cirúrgicas e Valências Básicas nas três unidades hospitalares do CHMT”; “Médicos para os Centros de Saúde e Extensões”; Saúde Oral nos Centros de Saúde”; “O Ministro da Saúde é um cancro para a Saúde”… Os autarcas da CDU, assim como de outras forças políticas, estiveram presentes nesta iniciativa unitária. Diga-se de passagem que tudo foi feito pelo PS para minimizar a relevância da iniciativa. Esperemos que os três autarcas: de Tomar, Torres Novas e Abrantes não se venham a arrepender da brandura com que têm tratado destes assuntos.

ABRANTES
As intervenções foram livres e espontâneas, tendo-se destacado Manuel José da Comissão, o Dr. Manuel Ligeiro e o Luís Corceiro em representação do Grupo Parlamentar do PCP.
Luís Corceiro, em representação do Grupo Parlamentar do PCP, colocou a tónica da Saúde como um Direito, não como um negócio. Salientou as cada vez maiores dificuldades no acesso aos cuidados de saúde, bem como a determinação necessária para a luta por esses direitos.
Referiu que ao PS já não lhes é possível esconder o que há muito o PCP vinha a denunciar: a sua política de saúde está ideologicamente marcada pelo compromisso de destruir o Sistema Nacional de Saúde, abrindo assim espaço para que os grupos privados o substituam.
Os resultados dessas políticas estão aí com o encerramento de serviços de saúde, nomeadamente de SAP’s, extensões de Centros de Saúde, maternidades e, brevemente, a reestruturação da rede de urgências, a par do aumento dos custos com a saúde com particular incidência nas taxas ditas «moderadoras», cuja consequência imediata é uma maior dificuldade para a grande maioria dos portugueses no acesso aos cuidados de saúde, particularmente aos cuidados primários, confirmam o caminho de desresponsabilização do Estado nesta importante função social.
Em face das soluções do Ministério da Saúde apresentadas como inevitáveis, o Governo sistematicamente invoca razões de ordem técnica para justificar a política de encerramentos e desta forma procurar iludir a verdadeira natureza das decisões. É que as decisões não são técnicas mas políticas. Foi assim com a decisão de encerrar maternidades e é também assim com o plano de reestruturação das urgências.
Num contexto em que é cada vez mais difícil o acesso à rede de cuidados primários, já por si claramente insuficiente, o encerramento de serviços que são muitas vezes a única opção possível para os utentes do SNS, levará a que muitos deles vejam ainda mais dificultado o acesso aos cuidados de saúde, quer primários, quer hospitalares.
Muitos dos problemas com que o SNS se confronta hoje são o resultado de uma errada política de recursos humanos.
Urge concretizar um programa de formação de profissionais de saúde, que ponha fim à depauperação em meios humanos que se está a verificar no Serviço Nacional de Saúde e que garanta a sua sustentabilidade no futuro. Sendo conhecida a falta de médicos de família e a próxima aposentação de muitos profissionais, exige-se uma política que estimule os novos médicos à formação nesta especialidade e à sua fixação nos cuidados primários, assim como o respeito pelos direitos constitucionais no acesso à saúde, responsabilidade do Estado.
terça-feira, 6 de março de 2007
Alterações ao trânsito na Zona Norte do Entroncamento
Com as alterações, há ruas que em todo o seu percurso passam a ter sentido único, outras sofrem alteração parcial da circulação e as mais largas passam a ter dois sentidos (exemplo: Rua 1.º de Maio).
A colocação da sinalização de trânsito tem início hoje. A Câmara informou que serão colocados painéis informativos nas entradas da cidade e junto aos locais de intervenção.
A CDU tem uma posição sobre este assunto, que consta deste blog com data de 16 de Janeiro de 2007, apresentada na última reunião da Assembleia Municipal por David Ribeiro.
Pode consultar a última versão do mapa com as alterações do trânsito.
MAPA






