terça-feira, 26 de junho de 2007
CDU vence eleições intercalares
segunda-feira, 25 de junho de 2007
Assembleia Municipal
Realiza-se no próximo dia 30-06-07, pelas 10:00 horas, no Centro Cultural do Entroncamento, uma sessão ordinária da Assembleia Municipal de Entroncamento com a seguinte ordem de trabalhos:
Período Antes da Ordem do dia
Intervenção do público, nos termos do art.º 46.° do regimento da assembleia municipal (duração máxima de 30 minutos a distribuir pelos inscritos, não podendo cada intervenção exceder 10 minutos).
ORDEM DE TRABALHOS
- Discussão e votação do quadro de pessoal — criação de lugares, ao abrigo da al.ª o) do n.º 2 do art. 53.° da lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, alterada pela lei n.º 5-A/2002, de 11 de Janeiro.
- Discussão e votação do projecto de alteração ao n.º 3 do art. 11. ° do regulamento de publicidade e ocupação do espaço público com mobiliário urbano, ao abrigo da al.ª a) do n.º 2 do art.º 53.° da lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, alterada pela lei n.º 5-A/2002, de 11 de Janeiro.
- Discussão e votação da revisão ao orçamento e grandes opções do plano 2007 ao abrigo da al.ª b) do n.º 2 do art.º 53. ° da lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, alterada pela lei n.º 5-A/2002, de 11 de Janeiro.
- Apreciação da informação escrita do senhor presidente da câmara municipal, acerca da actividade do município, feita nos termos da al.ª e) do n.º 1 do art.º 53. ° da lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, alterada pela lei n.º 5-A/2002, de 11 de Janeiro.
terça-feira, 19 de junho de 2007
Grande Prémio Museu Nacional Ferroviário
A partida dos 559 participantes deu-se em frente ao Centro Cultural do Entroncamento e ao café da Cooperativa SCAFA. Esta Cooperativa ferroviária, centenária, contava com 17 dos participantes na sua equipa, 15 homens e 2 senhoras.
Após 10 km e 30 min. de saudável disputa o 1º classificado, José Maduro do Maratona Clube de Portugal cruza a meta, destacado dos restantes atletas, batendo o recorde da prova com o tempo de 30’ 38’’, seguido de Túlio António do S C R Bairro Alentejano e de Luís Cabral da UCR Desportiva Praiense, 02’ 23’’ e 02’ 37’’ depois, respectivamente.
A primeira senhora a cruzar a meta foi Carla Pinto do Grupo Desportivo Macedo Oculista com o tempo de 43’ 44’’.
Todos os 17 atletas da equipa da SCAFA concluíram a prova que assim se classificou em 18º na geral por equipas. Esses atletas cruzaram a meta com as seguintes classificações:
69º - Francisco Primo 38’ 46’’
104º - Paulo Fernandes 40’ 03’’
124º - José Fernandes 41’ 07’’
179º - Aníbal Lopes 43’ 05’’
187º - Carlos Silva 43’ 24’’
233º - Bernardino Clemente 44’ 51’’
291º - João Plácido 47’ 18’’
345º - André Grácio 49’ 10’’
356º - Fernando Figueiredo 49’ 39’’
402º - Raul Carvalho 52’ 01’’
424º - Nuno Pires 53’ 12’’
459º - Carlos Calado 55’ 25’’
476º - Luís Couteiro 56’ 45’’
499º - Manuel Courela 58’ 26’’
514º - António Silva 01h 00’ 07’’
520º - Helena Pereira 01h 01’ 14’’
521º - Cláudia Salgueiro 01h 01’ 15’’
A corrida, a distribuição de reforços, a chegada, e a entrega de diplomas correram na normalidade, sendo assim de esperar que para o ano haverá mais… Lá estaremos.
domingo, 17 de junho de 2007
Vale a pena lutar
O ministro da Saúde ordenou a reabertura, a partir de sexta-feira, do serviço nocturno no Serviço de Atendimento Permanente (SAP) de Vendas Novas, em cumprimento de uma decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Beja.
A decisão do tribunal surge na sequência de uma providência cautelar interposta pelo município de Vendas Novas, após o encerramento daquele serviço.
Também em Abrantes o primeiro-
ministro, José Sócrates, foi este sábado vaiado por centenas de pessoas que o apuparam e chamaram de mentiroso. Sócrates visivelmente incomodado pela determinação da população afirmou que o “Governo não tem qualquer intenção de alterar o acordo celebrado há oito anos entre as três unidades que compõem o Centro Hospital do Médio Tejo (CHMT) – Abrantes, Tomar e Torres Novas”. Esta pirueta de 180º é resultado de uma vasta mobilização das populações e dos órgãos autárquicos em torno da defesa dos Serviços de Urgência e das valências médicas em
Torres Novas, Abrantes e Tomar. Assumiram especial importância as posições públicas dos autarcas da CDU e as inumeras manifestações feitas à porta dos 3 hospitais. Note-se que o comportamento divisionista de alguns municípios não tem ajudado em nada a unidade da luta.Por outro lado a experiência diz-nos que a mentira é um dos pontos fortes deste Governo, portanto não devemos desarmar e ficaremos vigilantes.
terça-feira, 5 de junho de 2007
Balanço da Greve Geral - 1.400.000 trabalhadores envolvidos

A 1.ª Greve Geral contra um Governo do PS foi uma realidade só possível devido ao crescimento da consciência dos trabalhadores. Esta Greve foi uma das maiores dos últimos anos.
Na sequência das grandiosas manifestações realizadas no dia 12 de Outubro e 25 de Novembro do ano passado e no dia 2 de Março deste ano, assim como a manifestação da Juventude contra a Precariedade, realizada em 28 de Março, no conjunto das quais participaram cerca de 300 mil trabalhadores, a Greve Geral, realizada no dia 30 de Maio constituiu a mais forte acção de luta nos últimos tempos, um forte e vigoroso protesto, um aviso sério e uma clara exigência de mudança das políticas que têm vindo a ser seguidas e que estão na origem dos graves problemas económicos e sociais que o país e os trabalhadores enfrentam, designadamente a estagnação económica, o preocupante aumento do desemprego e da precariedade, a quebra continuada do poder de compra dos salários, o acentuar das desigualdades e das injustiças sociais e a redução das funções sociais do Estado e dos serviços públicos.
A Greve Geral atingiu um significativo impacto em todas as regiões do país. Confirmam-no, no plano nacional, o impacto da Greve em todos os sectores de actividade, em muitos casos com elevadas adesões em todo o Continente, mas também na Região Autónoma dos Açores, onde não se realizou nenhum vôo inter-ilhas e paralisaram os portos da Região, e na Madeira, onde os tribunais estiveram fechados e o sector da hotelaria, principal actividade da Região teve uma forte adesão.
Na Administração Pública verificou-se elevada adesão em todos os sectores e serviços da Administração Local, bem como na Administração Central, designadamente nos subsectores da Saúde, Ensino, Justiça, entre outros.
No sector dos transportes, tanto público como privado, com situações diferenciadas de empresa para empresa, mas também com elevados índices de adesão nos transportes de passageiros; transportes municipais de Aveiro, Braga, Coimbra e Barreiro; Metropolitano de Lisboa; Transtejo; Soflusa; Transportes Sul do Tejo (TST); Rodoviária da Beira Litoral; Rodoviária do Tejo; Rodoviária de Entre Douro e Minho; Transportes Arriva; Gondomarense; Moisés Correia de Oliveira; Rodoviária do Alentejo; Berrelhas Transportes; CP com supressão de 264 comboios; no sector aéreo com 109 voos cancelados, 63 no Aeroporto de Lisboa, 18 em Faro e 28 nos Açores; e no marítimo com paralisação total de 21 portos.
Na indústria, bem como no comércio e serviços, milhares de empresas tiveram paralisação, total ou parcial, das suas actividades.
No levantamento realizado pela CGTP-IN e que envolveu, a nível nacional, milhares de empresas e locais de trabalho, em todos os sectores de actividade, tanto do público como privado, concluiu-se que a Greve Geral de 30 de Maio teve um forte impacto na redução da actividade económica e nos serviços públicos e que nela estiveram envolvidos mais de um milhão e quatrocentos mil trabalhadores.
Em todo o processo da Greve Geral, desde logo na sua preparação, na qual estiveram empenhados mais de 25.000 dirigentes, delegados e activistas sindicais que realizaram mais de 7.000 plenários em empresas e locais de trabalho, a sociedade foi alertada e sensibilizada para os problemas da precariedade, do desemprego, dos objectivos reais da flexigurança, do ataque aos serviços públicos, das desigualdades, da injusta distribuição da riqueza e das injustiças sociais gritantes que nos envolvem e que só prejudicam o futuro do país e o seu desenvolvimento sustentado. Com esta acção, estes problemas foram trazidos para a primeira linha das preocupações da sociedade.
Não deixa de ser sintomático o significativo apoio popular manifestado às razões que estiveram na origem da convocação da Greve, de resto confirmado por diversos estudos de opinião.
Depois desta Greve Geral e com o impacto da sua preparação e realização, não pode o Governo, para escamotear a realidade, manipular números e, numa atitude autista, fazer ouvidos de mercador a este enorme protesto e continuar impunemente a prosseguir as politicas que agravam estes problemas. E o patronato não pode prosseguir práticas de violação das leis e dos direitos dos trabalhadores, impondo relações laborais inaceitáveis e boicotando a negociação colectiva, enquanto prossegue o saque ao erário público e processos de gestão ultrapassados que são impeditivos de tornar as empresas mais produtivas e competitivas. A sociedade portuguesa compreendeu e não deixará de reconhecer o grande contributo desta Greve Geral para um país modernizado e para uma democracia activa, participativa e dinâmica, respeitadora dos direitos de quem trabalha.
O Conselho Nacional da CGTP-IN saúda os trabalhadores portugueses, particularmente aqueles que, com muita coragem, determinação e sacrifícios pessoais, para si e para as suas famílias, exerceram o inalienável direito à greve, mesmo quando confrontados com a tentativa de imposição de serviços mínimos ilegais, a proibição de plenários de trabalhadores, a recolha ilegal de dados pessoais e ameaçados com avaliações de desempenho negativas, colocação na lista de disponíveis da Administração Pública, com processos disciplinares, e assistiram à substituição ilegal de trabalhadores em greve, ou ao recurso às forças policiais como forma de condicionar o exercício das liberdades e dos direitos sindicais. O Conselho Nacional, saúda, igualmente, todos os jovens trabalhadores, muitos em situação de precariedade, que exerceram o direito de greve.
O Conselho Nacional manifesta também a sua solidariedade a todos os que, estando de acordo com as razões da Greve Geral, se viram impedidos de exercer esse direito por força de inadmissíveis pressões e coacções impostas pelo patronato e Governo, só possíveis face às situações de precariedade que atingem muitos milhares de trabalhadores, à ameaça de não renovação dos contratos e de não pagamento de prémios, subsídios e distribuição de lucros e à imposição de serviços mínimos que põem em causa o efectivo exercício do direito de greve.
A CGTP-IN, ao mesmo tempo que repudia e condena publicamente o comportamento, do Governo e do patronato que tudo fizeram para boicotar a greve, atentando contra os direitos liberdades e garantias dos cidadãos, garante aos trabalhadores afectados, não só, todo o seu apoio e solidariedade sindical, como se compromete a tudo fazer, incluindo o recurso aos tribunais nacionais e instâncias comunitárias e internacionais, se for caso disso, para que seja reposta a legalidade democrática e respeitada a dignidade dos trabalhadores.
A CGTP-IN e os trabalhadores sabem que as mudanças necessárias não acontecem de um dia para o outro. Elas fazem-se na continuidade da acção e da luta. É tempo de o patronato cumprir as leis e os direitos dos trabalhadores, de assegurar condições de formação e qualificação, de respeitar quem trabalha, de negociar salários justos. É tempo do Governo tratar os trabalhadores e a população portuguesa, não como números, mas como pessoas que têm dignidade, direitos, aspirações e capacidades. Compete ao Governo afirmar e assegurar o direito ao emprego com direitos, tratar os portugueses com equidade e garantir uma justa distribuição da riqueza produzida. É tempo de uma efectiva mudança de rumo!
A Greve Geral confirmou que existem forças e vontade para prosseguir a luta pela defesa dos direitos e interesses dos trabalhadores. É neste contexto que o Conselho Nacional da CGTP-IN apela a todos os trabalhadores portugueses para resistirem a mais esta inqualificável ofensiva neoliberal do poder económico e financeiro e prosseguirem, com redobrada confiança, a luta contra o desemprego e a chamada flexigurança -com a qual os patrões e as forças conservadoras pretendem criar mais precariedade e liberalizar os despedimentos-, pela melhoria do poder de compra e a valorização dos salários, contra as escandalosas desigualdades e injustiças sociais, por serviços públicos de qualidade, por um SNS universal, por um sistema educativo público, democrático e inclusivo e pela defesa da liberdade e dos direitos sindicais.
É na concretização dessa luta que, no imediato, o Conselho Nacional da CGTP-IN decide:
- realizar, em Lisboa, em 21 de Junho, um Debate sobre a flexigurança e a revisão do Código do Trabalho;
- promover, por ocasião da Cimeira dos Ministros do Trabalho e dos Assuntos Sociais, a realizar no quadro da Presidência da U.E, uma concentração, no próximo dia 5 de Julho, em Guimarães, sob o lema “Emprego com Direitos – Europa Social”, tendo como objectivos a luta contra o desemprego e a precariedade, pela qualidade do emprego e contra a flexigurança.
O Conselho Nacional reafirma a forte determinação de, a nível de toda a estrutura da CGTP-IN, continuar a lutar em defesa dos direitos dos trabalhadores e contra uma ofensiva que visa uma inaceitável regressão social e um retrocesso violento das relações laborais.
O Conselho Nacional sublinha a importância do sindicalismo, do exercício dos direitos individuais e colectivos no trabalho e da acção dos sindicatos na sociedade como elemento estruturante do regime democrático e factor impulsionador da justiça social e da coesão nacional.
Lisboa, 05 de Junho de 2007
O Conselho Nacional da CGTP-IN»
FLEXISEGURANÇA EM DEBATE
COM
ILDA FIGUEIREDO
da Junta de Freguesia
de S. João Batista
Diário económico de 28-11-2006:
"Despedir e contratar vai ser mais fácil. Conceito de "flexisegurança" vai ser importado da Dinamarca. O novo modelo abre a porta aos despedimentos, mas reforça os mecanismos de apoio social."
Portugal diário de 28/11/2006:
"Governo recusa modelo, mas admite que regime pode servir de inspiração"
Sol de 28/11/2006:
"Carvalho da Silva, secretário geral da CGTP, afirma que o modelo económico dinamarquês significa, na realidade portuguesa, «liberdade para despedir». João Proença, da UGT, afina pelo mesmo diapasão e sublinha que a «'flexisegurança' não é exportável»"
avante de 7/12/2006 (Jerónimo de Sousa)
"O resultado está à vista: «Aí temos, então, o empenhamento do Governo no estudo da implementação da “flexisegurança” que, como todos certamente já perceberam, mais não é que uma proposta de liberalização dos despedimentos, de flexibilização dos horários e da organização do trabalho». Tudo a troco de uma melhor protecção social, nomeadamente o subsídio de desemprego. Até aqui, lembrou, a Segurança Social «não tinha dinheiro para garantir a sustentabilidade futura do sistema e das reformas». Agora, pelos vistos, «até se abre a perspectiva de libertar o patronato das suas obrigações contratuais. O patronato despede como e quem bem entende e a Segurança Social"
quarta-feira, 30 de maio de 2007
MELHORES SERVIÇOS DE SAÚDE PARA AS POPULAÇÕES

"A proposta de reforma da rede dos Serviços de Urgência tem o total desacordo da Associação Nacional de Municípios Portugueses dado se prever o encerramento de estruturas, nomeadamente de Serviços de Apoio Permanente (SAP) dos Centros de Saúde (...)" A Associação sublinha que "os actuais SAP são, como reconhece o INEM, estruturas de urgência para onde aquele instituto de emergência médica envia doentes para serem estabilizados e tratados. Afirmando como indispensável que se garanta a equidade territorial na emergência, reitera-se que não há portugueses de primeira e de segunda, não podendo o atendimento ser diferenciado em termos urbanos e rurais, antes devendo ser assegurado o “suporte avançado de vida”, seguindo os padrões internacionais, que variam entre os 8 e os 15 minutos." A ANMP afirma, ainda, que "não se compreende a precipitação do Ministério no encerramento de vários serviços, implementando, com evidente prejuízo das populações, medidas claramente precoces, sem que as necessárias e correspondentes reformas estejam sequer discutidas, justifica-se inteiramente, pela inversa, que não seja tomada qualquer decisão sobre a reforma sem que cada um dos Municípios participe activamente no processo e dê o seu parecer."
O Ministro da saúde já disse que “a reforma irá para a frente com ou sem a participação das câmaras”, o mesmo é dizer que as reformas serão implementadas contra a vontade das populações.
Greve Geral no Entroncamento
Depois de assistirmos à continuada perda de peso da organização sindical no movimento sindical, os últimos 12 meses marcam um importante volte de face na luta de classe e uma viragem na consciência do papel dos trabalhadores na sociedade. Após duas mega-manifestações de proporções avassaladoras (120 e 170 mil manifestantes), que abalaram os alicerces do fanatismo neoliberal do poder a soldo da barbárie capitalista, assistimos à maior (e primeira) greve geral contra um governo dito «socialista». Outro paradigma do actual movimento sindical é que com ou sem: UGT (que só tem representatividade nos corredores do poder e serve para ratificar a papelada da traição social democrata), medidas antigrevistas, o terrorismo de Estado; as ameaças às liberdades laborais - os protestos dos trabalhadores têm vindo em crescendo na salvaguarda das grandes conquistas civilizacionais do século XX e da Revolução de Abril agora ameaçadas pela ganância do poder económico controlador do Estado.
As Greves Gerais não se medem só pelos números, mas sim pelos reflexos: na consciência de classe; no aumento da cultura dos trabalhadores; na afirmação do papel de quem trabalha; na apreensão de quem cria riqueza e como a cria; na afirmação da necessidade de outras formas de repartição da riqueza e por último, mais importante, as Greves Gerais colocam na ordem do dia a questão de quem detém o poder e ao serviço de que classe está.
Entroncamento aderiu em massa à Greve Geral:
- EMEF – forte adesão dos seus 470 trabalhadores no Entroncamento - 96 % adesão. A adesão Nacional ronda os 80%;
- Manobradores da CP - 90 % de adesão;
- Escola básica n.º 1, Zona Sul encerrou;
- Pré-primária 100 % ;
- Correios – forte adesão ao balcão. Não houve distribuição;
- TOUR trabalhou a 50%, decorrente da forte paralização na Rodoviária Tejo;
- Conservatória forte adesão;
- Escola Ruy de Andrade paralisada;
- Escola Secundária, sem aulas, paralisada;
- Tribunal encerou as portas;
- Biblioteca municipal – encerrou;
- Serviços municipais de Jardins – 100%
- Oficinas da Câmara Municipal - 50 % de adesão;
Menos comboios, pior qualidade de vida
Ao contrário do que afirma a CP, a supressão das paragens que está em vigor desde 22 de Abril, veio efectivamente criar novas dificuldades aos passageiros e contribui para a diminuição da qualidade de vida dos utentes que utilizam aquele melo de transporte: Menos comboios e menos condições, com as pessoas a viajarem de pé!
O PCP considera que não são as pessoas que têm de se habituar aos novos horários, como afirma a CP, mas a CP que deve habituar-se ás necessidades dos seus passageiros.
O PCP associa-se a todos aqueles, que das mais diversas formas têm manifestado a sua discordância com estas alterações e exigem a reposição da grelha horária anteriormente em vigor.
Esta falta de respeito pelos direitos dos passageiros, deve ser entendida no âmbito da ofensiva mais geral do governo, que visa a liquidação dos serviços públicos e a criação de condições para a sua privatização.
A defesa dos direitos das populações e dos serviços públicos em geral, enquadra-se na exigência de uma mudança de rumo para o país que terá a sua maior expressão na greve geral marcada para o dia 30 de Maio, a que todos os trabalhadores podem e devem aderir."
terça-feira, 29 de maio de 2007
quinta-feira, 24 de maio de 2007
Encontro Nacional do PCP sobre Cultura
Democracia, parte integrante do projecto de Democracia Avançada consagrada no nosso Programa.Este Encontro Nacional será antecedido por iniciativas descentralizadas que se constituem como espaços de aprofundamento dos temas em debate, nomeadamente do Projecto de Resolução Política do Encontro, e também como momentos que promovam o envolvimento do mais alargado conjunto de militantes possível e também a opinião de muitos independentes que connosco trabalham e lutam nos vários campos da vida cultural. O Encontro terá lugar a 26 de Maio, no Anfiteatro da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa.
O anteprojecto (carregue aqui)
terça-feira, 22 de maio de 2007
Um Novo Paradigma na América Latina

Autoritarismo em Alpiarça
O concelho de Alpiarça está a viver momentos de autoritarismo campónio ao negar aos seus munícipes um direito de cidadania que é de expor assuntos nas reuniões públicas da assembleia municipal. O excesso anti-democrático, dos autarcas do PS, exarado no regimento da assembleia, já, reprovado pelo Provedor de Justiça Nascimento Rodrigues que escreve “durante o período de intervenção aberto ao público, qualquer cidadão pode solicitar esclarecimentos que entender respeitante à ordem de trabalhos da sessão”. O art.º 26 do referido regulamento vai muito para além da Lei geral que regula esta matéria.O debate sobre o assunto, na última sessão da assembleia, azedou com as forças políticas da oposição a culparem a presidente da assembleia e a bancada do PS de tencionar amordaçar a boca à população de Alpiarça. João Osório da CDU disse: “Deviam ter vergonha. Nunca pensei que os eleitos do PS viessem para esta assembleia com esta postura, tão anti-democrática e completamente irracional, com uma vocação tão clara de silenciar qualquer sinal de protesto da população”.
sábado, 19 de maio de 2007
CULT anula concurso e avança com Águas do Ribatejo sem privado
Depois da traição da Câmara Municipal de Santarém aos seus pares a Comunidade Urbana da Lezíria do Tejo (CULT) decidiu anular o concurso público internacional destinado a explorar as redes de saneamento e de águas dos municípios integrantes.
A CULT aprovou, ainda, uma nova proposta destinada à criação de uma empresa com capitais exclusivamente municipais. Integrados no projecto estão 7 municípios ficando de fora Santarém e Cartaxo. A direcção da CULT reiterou ainda a sua forte posição de não renunciar aos 28 milhões de euros dos Fundos de Coesão já autorizados pela União Europeia e dirigidos a investimentos na área do saneamento básico que abarcam os nove municípios iniciais.

Os autarcas do Cartaxo e Santarém, sob a batuta Moita Flores, depois de traírem os concelhos vizinhos, terão de assumir as suas responsabilidades pelo facto de deixarem os seus municípios sem financiamentos para áreas de extrema carência. Não vai deixar de ser pedida a devida compensação, ao concelho de Santarém, por este ter desencadeado o processo de desmembramento da parceria e o abandono dos compromissos assumidos. O caso é sério e vai ficar muito pesado para os esclabitanos. Mas como nem tudo é mau, a solução encontrada para resolver a crise, com os sete municípios, é a melhor.
Mudar de Política

Publicamos parte do comunicado do PCP sobre o assunto:
“Os números agora divulgados sobre a evolução do desemprego no primeiro trimestre de 2007 são uma das mais flagrantes denúncias da incapacidade de um Governo que, ainda esta semana, tocou trombetas e lançou foguetes por umas variações decimais de natureza conjuntural do crescimento do PIB (sobretudo associada à dinâmica de crescimento da economia Espanhola e Europeia) mas que, agora, mantém o silêncio perante o resultado real das suas políticas.
A taxa de desemprego em sentido restrito atingiu no final do 1º trimestre de 2007, os 8,4%, o que corresponde a 469 900 trabalhadores no desemprego. Este é o valor trimestral mais elevado da actual série de estatísticas do emprego, que se iniciou em 1998. Se acrescentarmos a este número de desempregados, os inactivos disponíveis para trabalhar (75 300) e o subemprego visível (66 100), atingimos o valor do desemprego em sentido lato, isto é, 611 300 trabalhadores (10,8% de desemprego em sentido lato).”
Agir pelo ambiente e pelo interesse dos cidadãos

O Destaque vai para o debate na Assembleia da República sobre a reestruturação do agora ICNB - Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade, possível devido ao agendamento protestativo de "Os Verdes".
Na entrevista, Paulo Ferrero do Fórum Cidadania Lisboa, aborda diversas questões e propostas para a capital, especialmente na área do ambiente, deste movimento.
No Em Debate, Cláudia Madeira, da Ecolojovem, aborda o Incentivo ao Arrendamento Jovem e o direito à habitação.
terça-feira, 15 de maio de 2007
Nova Escalada da NATO no Afganistão





