domingo, 24 de maio de 2009
sexta-feira, 22 de maio de 2009
quarta-feira, 20 de maio de 2009
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Cooperativistas da CDU em Montemor-o-Novo
O almoço contou com a participação de Pedro Guerreiro, candidato da CDU às Eleições ao Parlamento Europeu que se realizam já no próximo dia 7 de Junho.
Num ambiente de grande confiança, ali se falou de cooperativismo, da sua importância, do que sobre ele se consagra na Constituição da República Portuguesa e da necessidade de recuperar e protagonizar esse projecto; Ali se falou na importância das próximas eleições para o Parlamento Europeu, porque contrariamente ao que parece distante, foi de lá que emanaram políticas bem nefastas para a maioria dos portugueses. Os aumentos dos horários de trabalho e da idade de reforma, a destruição da capacidade produtiva nacional, etc., revelam bem quão verdadeira é a frase “Lá se Fazem, cá se pagam"; Ali se reflectiu que o dia 8 de Junho pode ser tarde demais para se ver que terá sido muito mau não se ter ido votar no dia 7.
Portanto, mais vale prevenir… e, dia 7 de Junho, VOTAR CDU SEM FALTA!
quinta-feira, 7 de maio de 2009
touro vermelhão e o sapo

Há muito, há muito tempo existe um touro vermelho imponente – o “Vermelhão”. Um dia o touro estava em acção numa das suas habituais cargas contra forças despóticas quando um sapo de triste estatura, todo imundo, peganhoso, olhar de peixe mal morto, fuças de fuinha, ar de coitado, fixou no anglo de visão o venerado touro e ficou deslumbrado.
Cheio de inveja daquele touro bravo selvagem o sapo/plagiário, “frasquinho de veneno” (nome porque era conhecido o batráquio), chamou os amigos/companheiros de percurso: sanguessugas e hienas (a corja do “centrão”).
– Olhem só o tamanho do sujeito vermelhão! É imponente, mas grande coisa; se eu quisesse também era.
As sanguessugas e as hienas, amigas de peito do batráquio, disseram: - concordamos com a tua nova condição, que sejas grande mas, manso e sem ideais (nada de ideologias).
Dizendo isso o sapo colou uma parelha de cornos na testa e um letreiro no bandulho com a palavra “esquerda” e começou a encher a pança. Em pouco tempo já estava com o dobro do seu tamanho habitual.
– Já estou grande como o Vermelhão? – perguntou, às sanguessugas e às hienas burguesas, o inchado sapo de triste figura.
– Não, ainda estás longe! – responderam-lhe em coro a cambada de “chupa-cabras”, como eram conhecidas as sanguessugas e as hienas.
- Vamos dar-te uma ajuda! – vais poder usar as copas das árvores e as elevações, daí podes meter-te nos bicos das patas para berrares desalmadamente aos quatro ventos.
A “corja do centrão”, foi mais longe, encarregou os “louva-a-deus” de fazerem um inquérito cuja amostra eram as centopeias, os mil-patas, e os percevejos, para facilitar, somaram o número de patas de todos os sujeitos inquiridos e dividiram por quatro: uma amostra e peras. Para ajudar, não houvesse surpresas, os resultados foram determinados antes do preenchimento dos questionários e entregues aos “louva-a-deus” com a recomendação de “não haver desvios”.
O batráquio horribilis apareceu à frente do vermelhão nas sondagens.
O sapo, com tanto incentivo e solidariedade de classe, inchou ainda mais um pouco e repetiu a pergunta:
– Já estou grande como o Vermelhão?
– Não – disseram de novo a corja de “chupa-cabras” -, já chega! E é melhor parares com isso porque senão vais acabar mal.
Mas era tanto o voluntarismo de imitar o majestoso vermelhão que o sapo continuou a inchar, inchar, inchar – até estourar. Boooooom…., pufff…
O cheiro foi tão nauseabundo e putrefacto que a muitas milhas chegaram pedaços: aqui um ex-PSR, ali um ex-UDP, acolá um ex-“ex-comunista”. Nus ficaram, também, os comissários políticos dos partidos do centrão, os “chupa-cabras” e Cia Lda infiltrados… que tiveram de arranjar outro objecto de diversão.
Adaptação da fábula de Lafontaine aos nossos dias.
Onde é que isto vai parar?
O nosso País está mergulhado numa profunda crise económica e social, cujos contornos e desenvolvimentos no futuro próximo são difíceis de prever com exactidão. O Governo e a maioria que o sustenta, com a cumplicidade dos comentadores de serviço e ao serviço das políticas de direita, dão o litro para tentarem convencer os portugueses de que a crise é resultado da conjuntura internacional. Dessa forma, branqueiam as responsabilidades deste e dos governos que lhe antecederam.A RTP e os incidentes do 1º de Maio
O PCP dirigiu uma carta à Direcção de Informação da RTP criticando «o papel a que o serviço público de televisão se prestou na operação montada pelo PS a propósito dos incidentes do 1º de Maio em Lisboa» que ficou marcado, «pelas piores razões, na estante de um jornalismo ditado por critérios de falta de rigor e parcialidade.»
À Direcção de Informação da RTP
À Direcção de Informação da RTP
O papel a que o serviço público de televisão se prestou na operação montada pelo PS a propósito dos incidentes do 1º de Maio em Lisboa ficará com lugar marcado, pelas piores razões, na estante de um jornalismo ditado por critérios de falta de rigor e parcialidade. Quer seja pela solícita amplificação que o PS, e a sua central de informações, construiram a partir do primeiro momento do incidente, pela repetição acrítica de meias verdades e falsificações ou pelo silenciamento das posições do PCP (alvo directo da campanha montada), a RTP marcou clara presença na tentativa de transformar a mentira em verdade, de procurar inculcar os elementos que no essencial preparassem a opinião pública para a caluniosa operação dirigida contra o PCP. Uma a uma, momento após momento, facto após facto, a RTP ignorou tanto quanto as aparências exigiam os principais visados, deu voz à mentira, silenciou a posição do PCP em que lamentava e manifestava discordância com os incidentes, classificando-os como actos isolados que só responsabilizam os seus autores (insistindo até ao dia 2 à noite na passagem da declaração de Francisco Lopes confinada à questão das desculpas devidas), colaborou activamente na promoção das ideias estruturantes da operação construída pelo PS. A RTP: realizou emissões especiais dedicadas ao acontecimento para dar espaço, sem qualquer possibilidade de contraditório, a «comentadores e analistas» dedicados a ampliar as deturpações e falsificações que a operação exigia; enxameou os estúdios de dirigentes do PS indispensáveis à difusão parcial da sua versão (sem que tenha sido dado igual oportunidade ao PCP); alterou horários de programas já gravados sobre o 25 de Abril e o 1º de Maio; já na posse das imagens da conferência de imprensa do PCP das 20h20 do dia 1 de Maio (que outros canais ainda projectaram nos jornais da noite, caso da TVI através de um directo) a RTP insistiu até ao limite nas declarações do secretário-geral do PCP gravadas num momento em que era reduzida a informação sobre o que pouco antes acontecera em outro local da manifestação (a RTP ainda editou esse registo no dia seguinte no Jornal de Tarde); manteve pela mão dos «comentadores» de serviço do PS e PSD, e em particular de António Vitorino, 48h e 72 horas depois, a difusão das mesmas deturpações e mentiras; mantém ainda hoje na total ignorância, factos sobejamente elucidativos sobre intervenientes directos no incidente que nada têm a ver com o PCP (que seguramente conhece e que outros órgãos de comunicação social já noticiaram) que fariam ruir o castelo de mentiras que quis construir. Com a esperança de que os factos hoje revistos, testemunhos do papel a que a RTP se prestou, relevem enquanto contribuição para a construção de um jornalismo ditado por critérios de independência e menos governamentalizado, receba os nossos cumprimentos
Jorge CordeiroMembro da Comissão Política do PCP
Lisboa, 5 de Maio de 2009
terça-feira, 5 de maio de 2009
Os incendiários de multidões
sábado, 2 de maio de 2009
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Sobre o 1º de Maio, os incidentes registados em Lisboa e as manobras e calúnias do PS
PCP saúda os trabalhadores portugueses e a CGTP-IN pela sua participação e realização do 1º de Maio e, ao mesmo tempo que manifesta a sua discordância e lamenta os incidentes verificados em Lisboa – num acto isolado de alguns manifestantes – não pode deixar de rejeitar as acusações, insultos e calúnias dirigidas pelo PS contra o PCPquinta-feira, 30 de abril de 2009
quarta-feira, 29 de abril de 2009
PCP saúda determinação dos trabalhadores da REFER
O PCP apresentou na Assembleia da República um requerimento ao Governo exigindo explicações sobre a repressão dos trabalhadores da REFER no passado dia 23 de Abril (Ler Requerimento Aqui). Hoje, realizou-se um plenário de activistas sindicais e das ORT's da Refer (na foto), convocado em resposta à repressão da luta de dia 23, que agora já foi recebido pela Administração da Empresa, onde entregou uma resolução com as suas reivindicações. O PCP saúda esta mudança de atitude da Administração da REFER, mas saúda principalmente a determinação e luta dos trabalhadores que a impuseram.EMEF: A verdadeira face da política do PS posta a nú

O PCP avançou na Assembleia da República com um requerimento sobre a EMEF, empresa pública onde os dados do Balanço Social de 2008 demonstram dois dados claros sobre a política real que o Governo pratica nas Empresas Públicas e promove nas privadas: um aumento de 53% nos custos com os órgãos sociais e um aumento continuado da precariedade laboral (aumenta para o triplo em dois anos!) Requerimento em PDF, aqui
terça-feira, 28 de abril de 2009
A verdade sobre o trabalho dos Deputados do PCP no Parlamento Europeu

"Descobriu o Expresso, pela pena de Daniel do Rosário, que afinal os deputados da CDU no Parlamento Europeu não são os que mais trabalharam durante os últimos cinco anos... Esta proeza foi conseguida recorrendoa um método que, como o próprio artista afirma, é «tão discutível como a classificação dos países medalhados nos Jogos Olímpicos»: o número de relatórios apresentados por cada parlamentar. Acontece que este critério é, de facto, um pouco discutível, pois de todas as formas de intervenção parlamentar a elaboração de relatórios é precisamente a que menos depende da vontade do deputado, pois quanto maior for o grupo político a que pertence, mais este terá relatórios para distribuir entre os seus deputados. Mas se recorrermos à média de relatórios por deputado, aí os dois eleitos da CDU, Ilda Figueiredo e Pedro Guerreiro, com 28 relatórios, apresentam um trabalho muito superior aos 71 realizados, por exemplo, pelos 12 deputados do PS. Em matéria de perguntas escritas e orais, os deputados da CDU superam todos os outros, com 658, ou seja, mais de 42 por cento do total dasperguntas realizadas pelos 24 deputados portugueses. O mesmo em matéria de intervenções em plenário, que, tal como as perguntas, dependem exclusivamente da vontade dos parlamentares e dos partidos que representam. Ilda Figueiredo e Pedro Guerreiro fizeram 1372 intervenções, quase um terço do total das intervenções portuguesas, já para não falar, do intenso e incomparável trabalho realizado pelos deputados do PCP no contacto com as populações, na sua ligação epresença na realidade nacional, na sua intervenção junto dostrabalhadores e do Povo em função dos seus problemas concretos. No outro extremo da tabela, estão nomes notáveis, como João de Deus Pinheiro, do PSD, Sérgio Sousa Pinto, do PS, ou Miguel Portas, do BE, com muito pouco para mostrar. Mas isso são contas de outro rosário..." in pagina CDU.
Um exemplo paradigmático, uma aberração da chamada "nova" esquerda.
Todos se lembram dos programas televisivos, rádio, entrevistas de Miguel Portas sobre os mais diversos assuntos (uma enciclopédia sabechona). Mas é para isso que um deputado é eleito para o Parlamento Europeu? E que dizer dos debate conjuntos com o PS (por exemplo aqui no Entroncamento Paulo Portas + Elisa Ferreira) contra as orientações do grupo europeu em que Miguel Portas se incere? Será que é por serem iguais? Será porque há outra estratégia na sombra? O que é mais importante para o País a promoção pessoal ou os interesses dos povos europeus...? Como diz o Povo: "sol na eira e chuva no nabal, é dificil". Mas este é só um exemplo, há os às dezenas que, só lá vão buscar o cheque no fim do mês, servem interesses instalados e, servirem-se do cargo para a promoção pessoal sendo eles da dita "esquerda" (em panos de fundo) ou da direita assumida. A esquerda só o é se for dos povos, dos trabalhadores, dos oprimidos... A "esquerda" das modas, dos médias dançando os ritmos dos poderosos...e comendo à mesma mesa é a esquerda do engodo e do faz de conta. Na majedoura do grande capital só é aceite quem se sumeter ao poder do dinheiro.
sábado, 25 de abril de 2009
CNA tem 65,9% dos votos
Apuramento dos resultados eleitorais termina na África do Sul
O partido do Congresso Nacional Africano (CNA) ganhou as eleições com uma expressiva vitória nas eleições da África do Sul. Recorde-se que o ANC é uma formação de comunistas e seus aliados. O Congresso Nacional Africano obteve 65,9 por cento dos votos, seguido pela Aliança Democrática, com 16,66 por cento e o Congresso do Povo - dissidentes do CNA -, com 7,42 por cento.
O Partido Comunista Português já felicitou mais esta vitória do Partido Comunista da África do Sul e de seus aliados, fazendo votos para o aprofundamento das conquistas dos povos sul-africanos.
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