APRESENTAÇÃO DE CANDIDATOS
A CDU vai levar a efeito no próximo dia 1 de Agosto, pelas 16:45 horas, na Sala do Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário, sita na Rua Abílio César Afonso, n.º 23, no Entroncamento, uma
CONFERÊNCIA DE IMPRENSA
EM QUE SERÃO APRESENTADOS OS PRIMEIROS CANDIDATOS DA CDU ÀS ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS DE ENTRONCAMENTO (CÂMARA MUNICIPAL, ASSEMBLEIA MUNICIPAL E ASSEMBLEIAS DE FREGUESIAS DE N.S. DE FÁTIMA E S.J. BAPTISTA),
que, alem dos candidatos às autarquias referidas e outros convidados, terá a participação de ANTÓNIO FILIPE (1.º candidato do distrito de Santarém à A. R.).
sexta-feira, 31 de julho de 2009
quarta-feira, 15 de julho de 2009
AGRAVA-SE O SERVILISMO SOCRÁTICO
Em novo acto de sumissão frente aos EUA, o governo português decidiu enviar mais 150 militares para o Afeganistão . Presta-se assim a servir mais portugueses como carne para canhão nas aventuras bélicas do imperialismo. Sócrates alma gemea de Durão Barroso, continua na senda da reunião dos Açores onde andou a servir de mordomo aos agressores do Afeganistão.
Reunião do Executivo termina abruptamente
Reunião de Câmara acaba mal no Entroncamento, com «piropos de parte a parte».
As «comadres» ZANGARAM-SE: PS diz ter abandonado a reunião por não concordar com o processo de aprovação dos Planos Estratégico e de Acção; o BE acusou o a maioria de expulsão da reunião; o PSD fez afirmações muito graves à oposição - Jaime Ramos acusou o PS e BE de não fazerem os trabalhos de casa, de não terem apresentado propostas para os referidos documentos e depois simplesmente chumbaram-nos.
A CDU, que não está representada no Executivo, já solicitou o acesso aos documentos, para analise… lamenta não ter sido informada relativamente a documentos tão importantes, como estes, para o futuro do concelho e repudia a atitude lamentável do PS e do BE – «dá Deus nozes a quem não tem dentes» - ao não fazerem o que lhes compete, certos de que alguém mentiu: - ou abandonaram a reunião ou foram expulsos.
O Planeamento só o é se for democrático e participado pelas populações e seus representantes eleitos nas freguesias, assembleia Municipal e executivo. A CDU nunca se esquivou ao debate de ideias para o futuro do Entroncamento.
A CDU, que não está representada no Executivo, já solicitou o acesso aos documentos, para analise… lamenta não ter sido informada relativamente a documentos tão importantes, como estes, para o futuro do concelho e repudia a atitude lamentável do PS e do BE – «dá Deus nozes a quem não tem dentes» - ao não fazerem o que lhes compete, certos de que alguém mentiu: - ou abandonaram a reunião ou foram expulsos.
O Planeamento só o é se for democrático e participado pelas populações e seus representantes eleitos nas freguesias, assembleia Municipal e executivo. A CDU nunca se esquivou ao debate de ideias para o futuro do Entroncamento.
domingo, 12 de julho de 2009
quarta-feira, 8 de julho de 2009
O grand eloquente da “esquerda trabalhista” ou não há jantares à borla…

É só finesse! uma espécie de proletariado aburguesado pronto a vender-se a troco de flashes de glória proporcionados por medias do Governo (climax nos prós e contras) e do grande capital, em horários nobres, a troco de «acordos laborais de referência» para linchar os trabalhadores portugueses e os colegas das outras fábricas do Grupo Auto-Europa espalhadas pelo Mundo.
Ecoa no eter: - "resignem-se como a «esquerda portuguesa de Palmela!» - palavra de patrão e/ou de seus lacaios no Poder.
Quando protagonistas destes, sem referências, pouco dotados de substrato filosófico, enfiam um letreiro com a palavra “esquerda” no bandulho e arrotam o veneno destilado da ideologia dominante outra coisa não se esperaria senão negar, negar, trair, trair… as origens e os camaradas.
Afinal, contráriamente ao que dizia Guerra Junqueiro, estas partes do mesmo zero sempre se juntam numa única sala de banquetes para adorar o deus patrão. Os medias, os jantares têm um preço...
Estes actos tresloucados paridos em momentos de delírio bacôco estão a levantar um coro de protestos...
Reparem nesta sequência:
1.º momento - António Chora, dirigente do Bloco de “Esquerda” da Comissão de Trabalhadores da Auto-Europa, ao lado do ex-ministro (o tal da “parelha de cornos”), a brindar à despedida... Isto é que é La Grande "esquerda";
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1296890
2.º momento – As criticas chovem de todos os quadrantes de esquerda, até de gente de esquerda no seio do Bloco de “esquerda”;
Divulgar o texto de DANIEL ARRUDA, trabalhador da Auto-Europa e blogger do blog Troll Urbano.
Está aqui: http://troll-urbano.blogspot.com/2009/07/nao-ha-jantares-gratis.html
sábado, 4 de julho de 2009
DEFESA DA ÁGUA PÚBLICA – ALENTEJO UM BOM EXEMPLO
BE - Quando a demagogia vale tudo, até comer do mesmo tacho....A propósito do acordo estabelecido entre os Municípios do Alentejo e as Águas de Portugal para a criação de um sistema destinado a resolver os problemas de abastecimento de água em «Alta» no Alentejo, o BE lançou uma campanha de mistificação assente num conjunto de falsidades.
Este acordo que preserva o carácter público da água (assente na recusa firme e determinada dos municípios da CDU em se integrarem nos sistemas multimunicipais) e que dá resposta ao grave problema de captação e adução de água em muitos dos municípios do Alentejo, é inseparável de um boicote de quase uma década (que o BE curiosamente ignora e menospreza) dos sucessivos governos destinado a impedir a aprovação das candidaturas apresentadas pelas autarquias aos fundos comunitários do anterior QCA e actual QREN (quadros comunitários de apoio).
Junta-se texto enviado para o JN por José Maria Prazeres Pós-de-Mina Presidente da Câmara de Moura (em resposta a um artigo de um dirigente do BE) que pode auxiliar a uma melhor compreensão do problema.
Este acordo que preserva o carácter público da água (assente na recusa firme e determinada dos municípios da CDU em se integrarem nos sistemas multimunicipais) e que dá resposta ao grave problema de captação e adução de água em muitos dos municípios do Alentejo, é inseparável de um boicote de quase uma década (que o BE curiosamente ignora e menospreza) dos sucessivos governos destinado a impedir a aprovação das candidaturas apresentadas pelas autarquias aos fundos comunitários do anterior QCA e actual QREN (quadros comunitários de apoio).
Junta-se texto enviado para o JN por José Maria Prazeres Pós-de-Mina Presidente da Câmara de Moura (em resposta a um artigo de um dirigente do BE) que pode auxiliar a uma melhor compreensão do problema.
« O estabelecimento de um Acordo de Parceria entre o Estado Português e diversos municípios do Alentejo, representa um novo passo e um novo formato de cooperação cuja característica principal é a sua componente pública.
Permite associar num propósito comum os esforços conjuntos do Estado e dos municípios para intervirem na resolução dos problemas do abastecimento de água em alta no Alentejo.
Difere dos sistemas multimunicipais na medida em que a competência não é retirada aos municípios, baseando-se no princípio da delegação, que cessa automaticamente caso a entidade parceira dos municípios saia da esfera pública. O que afasta qualquer hipótese de privatização. Esta questão foi aliás um dos princípios básicos colocados pelos municípios no âmbito da negociação. E o Contrato visa unicamente a criação de um Sistema Integrado de Parceria Pública.
Favorece uma intervenção conjunta dos municípios, uma vez que a sua participação na empresa a criar se faz através duma associação de municípios, que será o interlocutor junto da empresa pública parceira do processo. O que representa a congregação da força dos municípios, que embora com, uma participação de 49%, mantém um grande nível de responsabilidade na condução do sistema, dado o papel atribuído à Comissão da Parceria, cujas decisões têm de ser tomadas por maioria qualificada, o que implicará sempre uma co-responsabilização de todas as partes, e o que afasta também a hipótese e a veleidade de um dos parceiros poder impor a vontade ao outro, em matérias julgadas essenciais, com seja: o projecto tarifário, os planos de actividade, de investimento e financeiros quinquenais, bem como os projectos de reequilíbrio económico-financeiro do contrato de gestão.
Trata-se de um bom exemplo de modelo de gestão que garante a defesa da água pública, permitindo ao mesmo tempo a mobilização dos recursos (humanos, técnicos e financeiros) indispensáveis a uma gestão eficaz e eficiente da água, elevando os padrões de qualidade do serviço prestado, e possibilitando ainda que as câmaras municipais possam desenvolver políticas tarifárias ao consumidor final, que traduzam preocupações sociais.
A aprovação deste contrato pelas câmaras e assembleias municipais, culmina um processo negocial que decorreu nos últimos dois anos e que foi alvo de inúmeras reuniões envolvendo os interessados. Por outro lado têm os municípios alentejanos, promovido e realizado diversos debates públicos e tomadas de posição em torno deste tema, cujos princípios e conclusões estão alinhados com a solução agora adoptada. O conjunto de obras e investimentos a realizar na sequência deste contrato, implicam que o processo deve andar o mais rapidamente possível.
É por isso esta a solução e o momento certo para a celebração do contrato.
Moura, 2 de Julho de 2009
José Maria Prazeres Pós-de-Mina
Presidente da Câmara de Moura»
Permite associar num propósito comum os esforços conjuntos do Estado e dos municípios para intervirem na resolução dos problemas do abastecimento de água em alta no Alentejo.
Difere dos sistemas multimunicipais na medida em que a competência não é retirada aos municípios, baseando-se no princípio da delegação, que cessa automaticamente caso a entidade parceira dos municípios saia da esfera pública. O que afasta qualquer hipótese de privatização. Esta questão foi aliás um dos princípios básicos colocados pelos municípios no âmbito da negociação. E o Contrato visa unicamente a criação de um Sistema Integrado de Parceria Pública.
Favorece uma intervenção conjunta dos municípios, uma vez que a sua participação na empresa a criar se faz através duma associação de municípios, que será o interlocutor junto da empresa pública parceira do processo. O que representa a congregação da força dos municípios, que embora com, uma participação de 49%, mantém um grande nível de responsabilidade na condução do sistema, dado o papel atribuído à Comissão da Parceria, cujas decisões têm de ser tomadas por maioria qualificada, o que implicará sempre uma co-responsabilização de todas as partes, e o que afasta também a hipótese e a veleidade de um dos parceiros poder impor a vontade ao outro, em matérias julgadas essenciais, com seja: o projecto tarifário, os planos de actividade, de investimento e financeiros quinquenais, bem como os projectos de reequilíbrio económico-financeiro do contrato de gestão.
Trata-se de um bom exemplo de modelo de gestão que garante a defesa da água pública, permitindo ao mesmo tempo a mobilização dos recursos (humanos, técnicos e financeiros) indispensáveis a uma gestão eficaz e eficiente da água, elevando os padrões de qualidade do serviço prestado, e possibilitando ainda que as câmaras municipais possam desenvolver políticas tarifárias ao consumidor final, que traduzam preocupações sociais.
A aprovação deste contrato pelas câmaras e assembleias municipais, culmina um processo negocial que decorreu nos últimos dois anos e que foi alvo de inúmeras reuniões envolvendo os interessados. Por outro lado têm os municípios alentejanos, promovido e realizado diversos debates públicos e tomadas de posição em torno deste tema, cujos princípios e conclusões estão alinhados com a solução agora adoptada. O conjunto de obras e investimentos a realizar na sequência deste contrato, implicam que o processo deve andar o mais rapidamente possível.
É por isso esta a solução e o momento certo para a celebração do contrato.
Moura, 2 de Julho de 2009
José Maria Prazeres Pós-de-Mina
Presidente da Câmara de Moura»
segunda-feira, 29 de junho de 2009
O GORILA HONDURENHO

O fascismo local e o governo dos Estados Unidos, mais uma vez, derrubaram um governo eleito na América Latina. A queda do presidente de Honduras merece o repúdio de todos os povos. Entretanto, contra a tropa golpista, o povo hondurenho continua a lutar pela reposição da legalidade. A primeira coisa que o gorila de serviço fez foi cortar a electricidade a fim de eliminar os meios de comunicação social do país. A única rádio livre que, em condições precárias e através da Internet, subsistiu nas Honduras algum tempo após o golpe foi http://www.radioglobohonduras.com/ . Entretanto, desde a noite do dia 28 deixou de funcionar.
domingo, 28 de junho de 2009
Torres Novas - A CDU apresentou candidatos
sábado, 20 de junho de 2009
Santarém - CDU apresentou os três primeiros da lista à AR

Candidatos:
- António Filipe, militante do PCP, 47 anos de idade, Jurista, Professor Universitário, Vice-presidente da Assembleia da República e do Grupo Parlamentar do PCP;
- João Luís Madeira Lopes, Intervenção Democrática, 65 anos, Jurista;
- Liliana Santos, militante do PCP, 29 anos, Professora, Presidente da Assembleia de Freguesia de Couço, comissão de Freguesia de Couço do PCP;

sexta-feira, 19 de junho de 2009
19 de Junho - INTERPELAÇÃO DE “OS VERDES” NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA SOBRE AMBIENTE E POLÍTICA ENERGÉTICA DO GOVERNO
Esta sexta-feira, dia 19 de Junho, o Governo vai ser confrontado por “Os Verdes”, no quadro de uma interpelação que se realizará na Assembleia da República, sobre os impactes que a sua política energética tem tido no ambiente e no desenvolvimento sustentável do país, nomeadamente os impactes do Plano Nacional de Barragens nos recursos hídricos e na orla costeira.Esta interpelação ao governo contará com a presença do titular da pasta do ambiente e sua equipa, titulares que “Os Verdes” acusam de estarem manietados face aos grandes interesses económicos e de não assumirem as responsabilidades que o próprio cargo lhes confere.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
sábado, 13 de junho de 2009
«No domingo levámos a luta ao voto. Agora, vamos levar o voto à luta»
Editorial do Jornal Avante«A palavra de ordem gritada por dezenas de milhares de militantes e amigos do PCP na memorável Marcha CDU de 23 de Maio e, depois, no decorrer da campanha eleitoral, teve a sua confirmação plena nos magníficos resultados obtidos nas eleições para o Parlamento Europeu. Resultados que mostram, sem margem para quaisquer dúvidas, que a CDU avança com toda a confiança.
Provas inequívocas desse avanço são, como exemplifica o Comunicado do Comité Central do PCP, os mais de 70 000 votos conquistados, com o crescimento em todos os distritos e nas regiões autónomas; com a subida de 1,6 pontos percentuais; com o aumento em 23% da massa eleitoral da CDU; com a manutenção de dois deputados, num quadro de redução do número total de deputados a eleger; com as vitórias alcançadas nos distritos de Beja, Évora e Setúbal e em três dezenas de concelhos – tudo isso conferindo ao resultado obtido uma relevância notável.
E a verdade é que, confirmando o sentido do avanço e do crescimento eleitoral da CDU nos últimos actos eleitorais, este resultado projecta na vida política nacional, e para as próximas eleições, não apenas a possibilidade de derrotar a política de direita, como de impor, com o reforço da CDU, uma viragem na política nacional.
Com efeito, a CDU emerge destas eleições com a redobrada confiança que o seu resultado testemunha, como a mais sólida garantia de dar expressão às aspirações dos trabalhadores e do povo a uma vida melhor e de inscrever no horizonte próximo o objectivo de uma outra política e um outro rumo para o País.
Podem os média dominantes e os seus comentadores, analistas e politólogos de serviço, fingir que ignoram estes dados e enredarem-se em especulações baratas sobre pretensos significados de «derrotas» e «vitórias» de acordo com os seus desejos; podem prosseguir o desaforo manipulador de que deram exuberantes provas; podem dar continuidade, passadas as eleições, aos baixos ataques que, durante toda a campanha, desferiram contra a CDU; podem, enfim, ser iguais a si próprios, que não conseguem anular esta poderosa realidade: a CDU afirmou-se inequivocamente como força a crescer e obteve um resultado que a confirma como a grande força impulsionadora da luta por um novo rumo para o País, indispensável e insubstituível como alternativa à política de direita.
Na verdade, os média dominantes escreveram uma das mais negras páginas da sua história. Se até aqui o vale-tudo era a regra, nesta campanha eleitoral valeu-tudo-e-ainda-mais...É nesse mesmo quadro de desbragado desaforo que encontramos o papel das chamadas «sondagens de opinião»: se os que as encomendam e pagam, e os que aviam a encomenda a troco do que recebem, tivessem um bocadinho de vergonha, tapavam a cara, fechavam a loja e deixavam de fazer e chamar sondagens de opinião a operações que visam, não auscultar intenções de voto mas influenciar o sentido de voto dos eleitores.Ora, é também à luz desta realidade que os excelentes resultados eleitorais da CDU devem ser lidos: só uma força política profundamente enraizada nas massas populares, e com capacidade para levar por diante uma campanha como a da CDU, poderia superar tantos e tão fortes obstáculos.
De facto a espantosa campanha eleitoral da CDU - realizada por todos os seus candidatos - com destaque para a camarada Ilda Figueiredo; pelos dirigentes e quadros do PCP – com destaque para o camarada Jerónimo de Sousa; e por milhares de outros activistas da CDU – militantes do PCP, do PEV, da ID e independentes – permitiu rechaçar o essencial da ofensiva mediática e obter um resultado que, nas circunstâncias em que foi obtido, pode considerar-se histórico.
O resultado do PS constitui uma expressiva e concludente condenação da política do Governo e uma pesada derrota para o partido do Governo, traduzida designadamente na perda de mais de 550 mil votos e de 5 deputados, naquele que foi o mais baixo resultado eleitoral do PS nos últimos 22 anos.
Uma derrota que, sublinhe-se, tem as suas causas essenciais na luta de massas, na luta dos trabalhadores e das populações, na qual o PCP desempenhou um papel singular e afirmou a sua presença constante – enquanto as restantes forças políticas limitavam a sua intervenção às suas guerrazinhas do alecrim e da manjerona e às habituais sonoras declarações, inócuas em matéria de combate efectivo à política de direita.
Uma derrota que abre novos caminhos à luta pela ruptura com a política de direita que PS/PSD/CDS-PP vêm praticando há 33 anos consecutivos.
Uma derrota cujo significado o primeiro-ministro não quis entender, ao afirmar - com a tradicional arrogância e com profundo desprezo pela vontade claramente manifestada pelo eleitorado – a sua intenção de prosseguir a política que conduziu o País à dramática situação em que se encontra – e assim obrigando ao prosseguimento e à intensificação da luta contra tal política.
No decorrer da campanha eleitoral, o secretário-geral do PCP afirmou repetidas vezes que, fossem quais fossem os resultados, a luta iria continuar no dia seguinte – e que ela seria tanto mais forte quanto mais expressiva fosse a votação na CDU.Agora, podemos dizer que - porque a CDU está mais forte, porque somos mais e os votos que conquistámos são votos de luta e para a luta – que, por tudo isso, a luta vai continuar: mais forte, mais participada e com crescente confiança.
No domingo levámos a luta até ao voto. Agora, vamos levar o voto até à luta.»
Editorial in Avante de 12-06-2009
terça-feira, 9 de junho de 2009
PCP e financiamento dos partidos - Quinta, 30 Abril 2009

Em declaração de voto na Assembleia República, Bernardino Soares referiu que «se é certo que hoje foram aprovadas aqui alterações que corrigem alguns aspectos negativos, mais certo é que mesmo com elas a lei do financiamento, por cuja revogação nos batemos, continuará a ter a nossa firme oposição, por respeito com o regime democrático, a pluralidade de opções políticas e ideológicos os princípios constitucionais.» Lei do Financiamento dos Partidos Políticos e das Campanhas Eleitorais (declaração de voto)
segunda-feira, 8 de junho de 2009
CDU avança com confiança

Relativamente às últimas eleições para o Parlamento
Europeu de 2004 a CDU aumentou em número absoluto e em percentagem a sua votação no Concelho de Entroncamento. A nível nacional a Coligação cresceu a votação em 20%, tendo estado à beira de eleger o 3.º deputado (que teria acontecido caso não tivessem sido reduzidos em 2 os deputados da representação nacional no PE). A Coligação ultrapassou a barreira dos 2 dígitos. A CDU, de forma sedimentada e sustentada, recupera. assim, o eleitorado de há 20 anos.
As políticas do Governo PS sofreram um inequívoco cartão vermelho por parte dos portugueses. Por Cá como na Europa os povos mostraram o seu cepticismo face a uma Europa cada vez mais anti-social.
Europeu de 2004 a CDU aumentou em número absoluto e em percentagem a sua votação no Concelho de Entroncamento. A nível nacional a Coligação cresceu a votação em 20%, tendo estado à beira de eleger o 3.º deputado (que teria acontecido caso não tivessem sido reduzidos em 2 os deputados da representação nacional no PE). A Coligação ultrapassou a barreira dos 2 dígitos. A CDU, de forma sedimentada e sustentada, recupera. assim, o eleitorado de há 20 anos.As políticas do Governo PS sofreram um inequívoco cartão vermelho por parte dos portugueses. Por Cá como na Europa os povos mostraram o seu cepticismo face a uma Europa cada vez mais anti-social.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
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