
quinta-feira, 18 de junho de 2009
sábado, 13 de junho de 2009
«No domingo levámos a luta ao voto. Agora, vamos levar o voto à luta»
Editorial do Jornal Avanteterça-feira, 9 de junho de 2009
PCP e financiamento dos partidos - Quinta, 30 Abril 2009

segunda-feira, 8 de junho de 2009
CDU avança com confiança

Europeu de 2004 a CDU aumentou em número absoluto e em percentagem a sua votação no Concelho de Entroncamento. A nível nacional a Coligação cresceu a votação em 20%, tendo estado à beira de eleger o 3.º deputado (que teria acontecido caso não tivessem sido reduzidos em 2 os deputados da representação nacional no PE). A Coligação ultrapassou a barreira dos 2 dígitos. A CDU, de forma sedimentada e sustentada, recupera. assim, o eleitorado de há 20 anos.As políticas do Governo PS sofreram um inequívoco cartão vermelho por parte dos portugueses. Por Cá como na Europa os povos mostraram o seu cepticismo face a uma Europa cada vez mais anti-social.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Domingo damo-lhes a resposta, votando CDU!
A peça exibida pela SIC sobre o comício da CDU realizado dia 2 em Almada , naquela que foi uma das maiores iniciativas da campanha eleitoral entre todas as forças partidárias, constituiu um deplorável exercício de jornalismo que viola princípios de isenção e de ética a que um órgão de comunicação social deveria estar vinculado.
A CDU apresentou protesto contra a SIC.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Na EMEF e na Sumol + Compal
Ilda Figueiredo esteve, segunda-feira, no distrito de Santarém a participar em diversas acções de campanha eleitoral.Numa visita às oficinas da EMEF no Entroncamento, a candidata da CDU contactou com os trabalhadores e soube que hoje a empresa importa material que há uns anos era fabricado na Cometna e na Sorefame, ambas já encerradas.
Trata-se, para a candidata, de exemplos...ver mais.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
terça-feira, 2 de junho de 2009
Às Centenas os Activistas da CDU em Alpirça
A iniciativa, muito participada, em Alpiarça (contrastou com o fiasco da iniciativa de Vital Moreira no Cartaxo) é sem duvida a maior iniciativa político partidária realizada no nosso distrito no âmbito das actuais eleições para o Parlamento Europeu.
domingo, 31 de maio de 2009
Rompe as correntes que te amarram!!!

Rompe as correntes que te amarram ao Passado!
Contra a Exploração
Basta, Basta estas Políticas estão gastas!
Um século depois, Guerra Junqueiro continua actual...
Mas hoje,
Queremos Abril de Novo
Com a Força do Povo
"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas; um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai; um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom, e guarda ainda na noite da sua inconsciência como que um lampejo misterioso da alma nacional, reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta. [.] Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula, não descriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados na vida íntima, descambam na vida pública em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira à falsificação, da violência ao roubo, donde provém que na política portuguesa sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis no Limoeiro. Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto pela abdicação unânime do País. A justiça ao arbítrio da Política, torcendo-lhe a vara ao ponto de fazer dela saca-rolhas. Dois partidos sem ideias, sem planos, sem convicções, incapazes, vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos, iguais um ao outro como duas metades do mesmo zero, e não se malgando e fundindo, apesar disso, pela razão que alguém deu no parlamento, de não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar."
Um Século Depois de Junqueiro, 35 anos depois da Revolução dos Cravos
Abril foi do Povo
O Povo quere-o de Novo!
quinta-feira, 28 de maio de 2009
"MEDE CEM VEZES E CORTA UMA SÓ"
Na sua edição de 14/05//2009, página 24, dá o jornal “o Mirante” conta de um colóquio proferido por Henrique Leal sob o tema “O Estado Novo e a família ferroviária”, colóquio esse por sua vez integrado numa iniciativa a que o B. E. local teve o bom senso de titular de “Cem Anos de Lutas dos Ferroviários”. Digo bom senso porque, por aquilo que já tenho visto vindo daquelas bandas, não me admirava nada que lhe tivesse chamado antes “Cem anos de luta do B.E. no seio dos ferroviários”.
Não assisti ao colóquio mas, pelo que é contado n’ “o Mirante”, o senhor Henrique Leal terá “borrado a escrita” ou melhor “borrou a oração” ao contar a “surpresa que teve em 2001 numa visita ao Centro de Formação da Fernave, no Entroncamento” quando “encontrou no quadro uma das frases que tinha recolhido no tempo do Estado Novo” – “MEDE CEM VEZES E CORTA UM SÓ”.
Para quem é Técnico de Serralharia Mecânica, não se consegue vislumbrar nesta frase nada de nazi, nada de anti-democrático, bem antes pelo contrário, trata-se de uma frase, pela carga simbólica que expressa, da máxima importância para quem na aprendizagem de uma profissão técnica, tem de medir peças ao milésimo de milímetro. Certamente que esta operação de medir dirá muito pouco aos historiadores, mas, repito, é uma frase importantíssima a meu ver e ao ver de muitos ferroviários que me telefonaram indignados e revoltados com a referida alocução.
Mais razão temos para nos sentirmos indignados e revoltados quando sabemos que tal oratória parte de alguém supostamente de esquerda, que em vez de balizar e fazer um retrato sério do que foi o fascismo, trata-o eufemísticamente em várias passagens do discurso, apoUca todos quantos, formadores ou formandos, foram grandes resistentes e lutadores e passaram por essa escola de aprendizes e, por via duma simples frase que não soube ou não quis interpretar, misturou formação fascista com a formação democrática do pós 25 de Abril.
Não nos surpreende, pois que, de quem aceitou sem a mais ínfima oposição que, na Câmara Municipal de Entroncamento fosse colocada uma fotografia de um fascista ao lado de democratas eleitos em eleições verdadeiramente livres, não podíamos esperar melhor.
Pessoalmente, como democrata e progressista nunca “cuspi no prato onde comi” a troco de nada e muito menos para fins eleitoralistas.Com os meus cumprimentos
terça-feira, 26 de maio de 2009
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Faleceu Álvaro Favas Brasileiro

Aos 2 anos de idade fica sem pai.
Frequentou a escola primária Visconde Barroso, onde fez a 4ª classe com distinção.
Com a saída da escola, entra nos duros trabalhos do campo.
Aos 15 anos assiste ao assassinato do jovem Alfredo Lima, durante uma concentração de trabalhadores agrícolas em Alpiarça.
Com 16 anos, adere ao M.U.D. juvenil, cuja primeira reunião em que participa se realiza na casa de Joaquim Pratas (Joaquim Zaragata).
Em 1958, dá se o primeiro contacto com o Partido Comunista Português.
Neste mesmo ano, faz parte da Comissão de Apoio à candidatura do General Humberto Delgado.
Em 1961, é obrigado a fugir da sua terra, para não ser preso, por motivos políticos.
Em 1963, é preso pela GNR de Alpiarça e levado para o Aljube, e mais tarde ainda para Caxias.
É julgado no tribunal Plenário da Boa Hora, onde é condenado a dezasseis meses de prisão correccional e a cinco anos de perda de direitos políticos.
Depois da sua saída da prisão, é novamente chamado para tarefas políticas. Assim, em 1969 faz parte da Comissão de Apoio à campanha eleitoral do MDP-CDE.
No final dos anos sessenta, princípio dos anos setenta, ajuda a formar e a organizar as comissões de defesa dos seareiros de melão e de tomate, nos campos do vale do Tejo.
Em 1972 faz parte da Comissão Nacional do Congresso da Oposição Democrática, em Aveiro.
Ainda em 1972 é um dos fundadores e membro director da primeira Associação de Produtores de melão, em Vila Franca de Xira.
Em 1973 é candidato pelo distrito de Santarém, integrado nas listas do Movimento Democrático Português / Comissão Democrática Eleitoral (MDP-CDE) para a Assembleia Nacional.
No final da campanha, é obrigado a fugir novamente, para não voltar a ser preso.
Fez parte de muitas comissões de luta, nas praças de jorna de sua terra e esteve ligado a diversas lutas dos operários agrícolas do Ribatejo e do Alentejo.
Com o 25 de Abril, através do Movimento das Forças Armadas, foi chamado a integrar a Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Alpiarça.
Foi um dos fundadores e membro director da Cooperativa de Produção Agrícola “Mouchão do Inglês”.
Sai da Cooperativa para fazer parte da Direcção do Sindicato dos Operários Agrícolas do distrito de Santarém.
Na Comissão Nacional do Plano, representou, durante muito tempo, o sector cooperativo.
Em 1979, é candidato e eleito deputado do PCP na Assembleia da República.
Como deputado, eleito pelo distrito de Santarém, na I, II, III, IV e V Legislatura, exerceu funções de Secretário, Vice-presidente e Presidente da Comissão Parlamentar de Agricultura e Pescas, na Assembleia da Republica.
Fez parte do Secretariado do Grupo Parlamentar do PCP e pertenceu durante vários anos à Comissão de Agricultura junto do Comité Central do PCP.
domingo, 24 de maio de 2009
sexta-feira, 22 de maio de 2009
quarta-feira, 20 de maio de 2009
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Cooperativistas da CDU em Montemor-o-Novo
O almoço contou com a participação de Pedro Guerreiro, candidato da CDU às Eleições ao Parlamento Europeu que se realizam já no próximo dia 7 de Junho.
quinta-feira, 7 de maio de 2009
touro vermelhão e o sapo

Cheio de inveja daquele touro bravo selvagem o sapo/plagiário, “frasquinho de veneno” (nome porque era conhecido o batráquio), chamou os amigos/companheiros de percurso: sanguessugas e hienas (a corja do “centrão”).
– Olhem só o tamanho do sujeito vermelhão! É imponente, mas grande coisa; se eu quisesse também era.
As sanguessugas e as hienas, amigas de peito do batráquio, disseram: - concordamos com a tua nova condição, que sejas grande mas, manso e sem ideais (nada de ideologias).
Dizendo isso o sapo colou uma parelha de cornos na testa e um letreiro no bandulho com a palavra “esquerda” e começou a encher a pança. Em pouco tempo já estava com o dobro do seu tamanho habitual.
– Já estou grande como o Vermelhão? – perguntou, às sanguessugas e às hienas burguesas, o inchado sapo de triste figura.
– Não, ainda estás longe! – responderam-lhe em coro a cambada de “chupa-cabras”, como eram conhecidas as sanguessugas e as hienas.
- Vamos dar-te uma ajuda! – vais poder usar as copas das árvores e as elevações, daí podes meter-te nos bicos das patas para berrares desalmadamente aos quatro ventos.
A “corja do centrão”, foi mais longe, encarregou os “louva-a-deus” de fazerem um inquérito cuja amostra eram as centopeias, os mil-patas, e os percevejos, para facilitar, somaram o número de patas de todos os sujeitos inquiridos e dividiram por quatro: uma amostra e peras. Para ajudar, não houvesse surpresas, os resultados foram determinados antes do preenchimento dos questionários e entregues aos “louva-a-deus” com a recomendação de “não haver desvios”.
O sapo, com tanto incentivo e solidariedade de classe, inchou ainda mais um pouco e repetiu a pergunta:
– Já estou grande como o Vermelhão?
– Não – disseram de novo a corja de “chupa-cabras” -, já chega! E é melhor parares com isso porque senão vais acabar mal.
Mas era tanto o voluntarismo de imitar o majestoso vermelhão que o sapo continuou a inchar, inchar, inchar – até estourar. Boooooom…., pufff…
O cheiro foi tão nauseabundo e putrefacto que a muitas milhas chegaram pedaços: aqui um ex-PSR, ali um ex-UDP, acolá um ex-“ex-comunista”. Nus ficaram, também, os comissários políticos dos partidos do centrão, os “chupa-cabras” e Cia Lda infiltrados… que tiveram de arranjar outro objecto de diversão.
Onde é que isto vai parar?
O nosso País está mergulhado numa profunda crise económica e social, cujos contornos e desenvolvimentos no futuro próximo são difíceis de prever com exactidão. O Governo e a maioria que o sustenta, com a cumplicidade dos comentadores de serviço e ao serviço das políticas de direita, dão o litro para tentarem convencer os portugueses de que a crise é resultado da conjuntura internacional. Dessa forma, branqueiam as responsabilidades deste e dos governos que lhe antecederam.A RTP e os incidentes do 1º de Maio
À Direcção de Informação da RTP
terça-feira, 5 de maio de 2009
Os incendiários de multidões
sábado, 2 de maio de 2009
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Sobre o 1º de Maio, os incidentes registados em Lisboa e as manobras e calúnias do PS
PCP saúda os trabalhadores portugueses e a CGTP-IN pela sua participação e realização do 1º de Maio e, ao mesmo tempo que manifesta a sua discordância e lamenta os incidentes verificados em Lisboa – num acto isolado de alguns manifestantes – não pode deixar de rejeitar as acusações, insultos e calúnias dirigidas pelo PS contra o PCPquinta-feira, 30 de abril de 2009
quarta-feira, 29 de abril de 2009
PCP saúda determinação dos trabalhadores da REFER
O PCP apresentou na Assembleia da República um requerimento ao Governo exigindo explicações sobre a repressão dos trabalhadores da REFER no passado dia 23 de Abril (Ler Requerimento Aqui). Hoje, realizou-se um plenário de activistas sindicais e das ORT's da Refer (na foto), convocado em resposta à repressão da luta de dia 23, que agora já foi recebido pela Administração da Empresa, onde entregou uma resolução com as suas reivindicações. O PCP saúda esta mudança de atitude da Administração da REFER, mas saúda principalmente a determinação e luta dos trabalhadores que a impuseram.EMEF: A verdadeira face da política do PS posta a nú

terça-feira, 28 de abril de 2009
A verdade sobre o trabalho dos Deputados do PCP no Parlamento Europeu

Todos se lembram dos programas televisivos, rádio, entrevistas de Miguel Portas sobre os mais diversos assuntos (uma enciclopédia sabechona). Mas é para isso que um deputado é eleito para o Parlamento Europeu? E que dizer dos debate conjuntos com o PS (por exemplo aqui no Entroncamento Paulo Portas + Elisa Ferreira) contra as orientações do grupo europeu em que Miguel Portas se incere? Será que é por serem iguais? Será porque há outra estratégia na sombra? O que é mais importante para o País a promoção pessoal ou os interesses dos povos europeus...? Como diz o Povo: "sol na eira e chuva no nabal, é dificil". Mas este é só um exemplo, há os às dezenas que, só lá vão buscar o cheque no fim do mês, servem interesses instalados e, servirem-se do cargo para a promoção pessoal sendo eles da dita "esquerda" (em panos de fundo) ou da direita assumida. A esquerda só o é se for dos povos, dos trabalhadores, dos oprimidos... A "esquerda" das modas, dos médias dançando os ritmos dos poderosos...e comendo à mesma mesa é a esquerda do engodo e do faz de conta. Na majedoura do grande capital só é aceite quem se sumeter ao poder do dinheiro.
sábado, 25 de abril de 2009
CNA tem 65,9% dos votos
Apuramento dos resultados eleitorais termina na África do Sul
O partido do Congresso Nacional Africano (CNA) ganhou as eleições com uma expressiva vitória nas eleições da África do Sul. Recorde-se que o ANC é uma formação de comunistas e seus aliados. O Congresso Nacional Africano obteve 65,9 por cento dos votos, seguido pela Aliança Democrática, com 16,66 por cento e o Congresso do Povo - dissidentes do CNA -, com 7,42 por cento.
O Partido Comunista Português já felicitou mais esta vitória do Partido Comunista da África do Sul e de seus aliados, fazendo votos para o aprofundamento das conquistas dos povos sul-africanos.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
4000 assinaturas venceram a luta - (Clic 2X na imagem)



A CDU e o PCP vão ficar atentos a mais estas promessas do Governo em vésperas de eleições. Faremos como São Tomé: "ver para crer".
Os Utentes do Centro de Saúde e a sua Comissão estão de Parabéns.
domingo, 19 de abril de 2009
Declaração de Voto - Relatório e Contas 2008
Relatório e Contas 2008 revelam continuidade e um estilo de gestão inadequado ao concelho de Entroncamento!O relatório e as contas da actividade municipal relativa a 2008 apresentam fraca execução orçamental devido à obra por fazer.
A CDU realizou uma análise detalhada dos documentos de gestão apresentados e comprovou a justeza das críticas, reservas e apreensões que ao longo dos anos colocámos.
Mantemos as nossas preocupações sobre o rumo definido, a situação que daí decorre e os efeitos negativos no desenvolvimento do concelho e na vida das pessoas.
Diminuíram as receitas
A taxa de execução global da receita, fica-se nos 58,33% do orçamentado. A taxa de execução das receitas de capital foi somente de 23,8 %.
Ao nível dos impostos directos a execução atinge 112,4 %. Só a execução na cobrança do IMI é de 123 %. As receitas de IMI subiram quase 400 % numa década. O aumento da receita dos impostos directos está associado à diminuição do poder de compra da população, imposta por uma política geradora de injustiças e desigualdades que neste caso se ataca ao direito à habitação por duas vias: no agravamento do IMI cujas receitas sobem escandalosamente e no exacerbar da forma de aplicação do IMT sobre transacção da habitação.
Se dúvidas subsistissem, ficaria hoje ainda mais claro que a CDU tinha razão ao rejeitar a taxa máxima do IMI, proposta pela Presidente de Câmara e aprovada pelo PSD.
Na verdade, este elevado sacrifício exigido a quem já paga aos bancos mensalidades insuportáveis, foi a receita com que a Câmara de Entroncamento conseguiu diminuir o endividamento e manter obras de fachada (poucas). Estes elementos comprovam por si só a razão da nossa denúncia aquando da aprovação do Orçamento.
A queda abrupta nas receitas da derrama, impostos directos, licenças, multas: 1,5 milhões de euros em relação ao planeado, revela a profunda crise vivida no concelho e as apostas erradas de desenvolvimento do concelho em sectores vulneráveis à crise.

A esta diminuição de receitas, com origem na debilidade do tecido produtivo, estão associados vários factores que destacamos, por um lado a própria incapacidade municipal de captar mais receita, mas principalmente fruto dos vários pacotes legislativos, onde se inclui a Lei das Finanças Locais, com decisões do Governo PS/Sócrates e antecessores castradores do Poder Local Democrático.
A execução na receita da derrama reflecte as dificuldades do tecido económico do concelho. Não há aposta nos sectores produtivos daí a fragilidade do comércio local, dos diversos serviços com a concomitante incapacidade de resistir à crise.
No passado caracterizávamos o concelho como industrial com um forte sector de manutenção de equipamentos ferroviário e outros serviços técnicos complementares, formação ferroviária, ensino etc... Havia na região uma dinâmica militar geradora de consumo que se perdeu. Há empresas a fechar ou em vias de sair do concelho: a fábrica de malhas que encerrou, a empresa de serviços de máquinas pesadas que se vai deslocalizar.
Estes sectores não podem ser simplesmente substituídos por mais especulação imobiliária, pelo sector de construção civil quase completamente paralisado pela crise ou por uma hipotética base logística altamente mecanizada e robotizada.
O Entroncamento continua a perder unidades produtivas por arrastamento da destruição da fileira ferroviária e continuamos a não ter espaços para sectores de ponta e de inovação, em contrapartida temos áreas enormes de logística e a possibilidade desafectação de 2/3 dos terrenos da REFER para construir milhares de fogos.
Mais um ano a marcar passo!
Execução do Plano de Actividades não chega a metade do previsto.
Em matéria de despesa, de sublinhar uma execução que, globalmente, não chega aos 49,3%, puxada para o fundo por apenas 23,7% nas despesas de capital, e de 21,7 do previsto no Plano Plurianual de Investimento, o que é bem revelador. Nas intervenções directas e potencialmente geradoras de desenvolvimento, que já não contemplavam um conjunto de obras e intervenções urgentes e fundamentais, muito ficou por fazer. Algumas dessas prioridades têm sido exaustivamente elencadas por nos CDU.
Uma situação muito esclarecedora quando vista por funções: por exemplo as funções sociais foram quase ignoradas 13,8% e a execução nas funções económicas ficaram-se por 18,7%, enquanto as actividades económicas e sociais se desmoronam à nossa volta.
Nós, CDU não enjeitamos a responsabilidade de criar condições de financiamento embora discordando das prioridades: achamos que alguns investimentos se justificam, em bairros e algumas infra-estruturas urgentes. Divergimos quanto ao investimento de encher o olho, a quem vem de fora, quando ainda há bairros sem saneamento básico (Casais Formigos e bairros ferroviários) águas residuais a correrem a escape aberto para o Tejo, jardim da Liberdade, 2 espaços dos 3 no Casal Saldanha sem remodelação, o problema grave das infra-estruturas estruturantes do saneamento básico, etc...
O gráfico do investimento indica-nos uma queda progressiva e acentuada nos investimentos no último quinquénio acentuada pela degradação da capacidade de gerar investimento a partir da poupança nas receitas correntes.
A Receita corrente do Orçamento Inicial não chegou. Fizeram-se alterações que levaram ao corte de investimentos. Apesar da venda de terrenos e de se baterem recordes todos os anos a colecta de impostos directos, sobretudo no IMI, o investimento continua a cair.

Apesar de mais trabalhadores admitidos, o recurso a fornecimento de serviços externos aumentou significativamente - qualquer coisa não bate certo...
Como habitualmente, felicitamos os serviços da Câmara pelo empenho na sua actividade, em particular no seu contributo para a apresentação deste documento.
O Entroncamento necessita de uma estratégia de um rumo para uma vida melhor.
O Entroncamento deve assumir o seu papel de maior núcleo urbano do Médio Tejo desenvolvendo capacidades e inovando o concelho e a região. O Entroncamento tem tudo para liderar processos regionais no Médio Tejo.
Entroncamento, 18 de Abril de 2009
Os Eleitos na Assembleia Municipal
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Comunistas na Moldávia Ganham mais uma vez as eleições
quarta-feira, 15 de abril de 2009
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Apoiantes CDU
Álvaro Guimarães Dias – Juíz Conselheiro Jubilado
Álvaro Salazar – Maestro
Álvaro Siza Vieira – Arquitecto
António Carmo – Artista Plástico
António Cartaxo – Professor Universitário/Jornalista
Borges Coelho – Historiador
César Príncipe – Escritor/Jornalista
Deolinda Machado – Professora / Dirigente CGTP-IN / Dirigente Liga Operária Católica
Edivaldo Monteiro – Atleta Olímpico
Fernando Correia – Jornalista Desportivo
Guilherme da Fonseca – Ex-Juíz do Tribunal Constitucional
Helder Costa – Encenador
Inês Fontinha – Socióloga / Presidente Associação «O Ninho»
Irene Cruz – Actriz
José Barata Moura – Professor Catedrático
José Morais e Castro – Actor
José Robert – Maestro
Manuel Loff – Professor Universitário
Manuela Bronze – Artista Plástico / Professora do Ensino Superior
Maria do Ceú Guerra – Actriz
Nápoles Guerra – Coronel do Exército
Nuno Grande – Professor Catedrático Jubilado
Óscar Lopes – Escritor
Rita Lello – Actriz
Rosa Coutinho – Almirante
Os apoios constantes desta primeira divulgação, na actual situação económica e social e num ano marcado por um importante ciclo eleitoral, confirmam a CDU como um grande e reforçado espaço de convergência democrática e de alternativa política, de todos aqueles que, afrontados pela política de direita, exigem a ruptura com essa política e uma inequívoca e consistente política de esquerda.
quinta-feira, 9 de abril de 2009
O Principio do Fim da Ferrovia no Concelho - RVE - Opinião do PCP

Mais à frente acrescentávamos que, “Para o PCP, estes instrumentos, como criação política são embebidos de carga ideológica e pendem sempre para um dos lados: os interesses da população ou os interesses particulares dominantes”.
Assim, é com especial preocupação que seguimos o desenrolar da Revisão do Plano Director Municipal no que concerne ao território ferroviário do entroncamento gerido pela REFER do Grupo CP, com ou sem projectos Europan ou outros artefactos.
A REFER através da sua Empresa INVESFER elaborou um estudo onde diz valorizar o seu património Ferroviário no Entroncamento. Esse mesmo estudo tem uma orientação clara e inequívoca: desafectar 2/3 dos actuais 170 hectares da área ferroviário e destina-los à especulação imobiliária para milhares de fogos.
A CDU compreende a necessidade de incluir na malha urbana os 5 hectares do Museu Nacional Ferroviário, assim como os 19 hectares do Bairro Camões, alguns hectares na envolvente à estação para comércio e serviços e até converter algumas áreas por períodos de 30-50 anos a outras actividades produtivas.
No entanto, opomo-nos à destruição do complexo de Formação Profissional Ferroviário do Entroncamento (26 hectares), Opomo-nos à desafectação da área de armazenamento de materiais (20 Hectares) e por fim não concordamos que se desafectem terrenos de reserva de expansão ferroviária (39 Hectares) para a especulação imobiliária.Este projecto significa a eliminação das infraestruturas da formação profissional ferroviária, o desaparecimento da triagem da CP/cargas, a deslocalização para Lisboa do Posto de Comando REFER/CP e o encerramento de postos de inspecção diversos, na continuação do encerramento do Intituto Superior de Transportes e Comunicações.
Na autarquia, o PSD, e os outros que p´ra lá andam, durante este mandato, esqueceram-se de aprofundar a discussão em torno desta questão. No actual processo de Revisão do Plano Director Municipal é óbvio que o PSD tem disponibilidade para viabilizar o projecto INVESFER - a troco de concessões pontuais à câmara: uma biblioteca “chave em mão”, uns terrenos de cedência obrigatória, uma ligação concelhia norte/sul...
Esta "valorização do património da REFER", significa para o futuro da população de Entroncamento: a continuação do processo de desmantelamento do sector ferroviário, o encerramento de postos de trabalho, a destruição de riqueza, o agudizar das dificuldades no comércio e serviços locais e a longo prazo o enfraquecimento, o definhar até o fim da ferrovia no concelho.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Comunidade Intermunicipal
Intervenção da CDU realizada no período antes da ordem do dia na reunião da Assembleia Intermunicipal do Médio Tejo.A falta de médicos de família, para além das consequências negativas que provoca na vida dos utentes, provoca igualmente, uma pressão nas urgências hospitalares que urge atenuar.
Dados oficiais de 28 Fevereiro de 2009, indicam que, 29.485 utentes não tem médico de família, situação que tende a agravar-se, com a possível passagem à reforma de alguns médicos.
As situações de : Entroncamento com 21,9% (4.547) utentes, Fátima com 20,6% (2.637) utentes, Ourém com 29,6% (10.973) utentes, V.N.Barquinha com 13,7% (1.163) utentes e Torres Novas com 12,6% (4.892) utentes sem médico de família, são os casos mais graves.
Perante tal situação, é fundamental, que para além das medidas que em cada concelho ou a nível do governo se possam tomar, consideramos importante e adequado propõr que a Assembleia Intermunicipal, faça uma reflexão sobre esta matéria, projectando medidas que ajudem a resolver a situação.
A criação de incentivos, de forma a atrair médicos para a região, pode ser uma das hipóteses a considerar, até para evitar situações caricatas, como aquela que ocorreu recentemente na freguesia da Meia Via, em Torres Novas. O ministério da saúde enviou um oficio à Comissão de Utentes a informar a colocação de um médico naquela freguesia, dois dias por semana, e, este já lá não estava, entretanto foi para o concelho da Chamusca que lhe ofereceu melhor condições:
Assim, para que estes números agora referenciados, não continuem a aumentar com os inevitáveis prejuízos para as populações, aqui fica a nossa preocupação e proposta de debater tal matéria em próxima reunião desta Assembleia.
Tomar, 16.03. 2009
domingo, 5 de abril de 2009
Obama o Novo Falcão
Obama referiu-se ao lançamento esta madrugada de um míssil norte-coreano, que qualificou como «um acto provocador». Um País soberano desde quando não pode desenvolver um projecto de colocação de satélites em órbita terrestre e ter o seu próprio programa espacial?Para o presidente norte-americano este é um exemplo que mostra a necessidade de se estabelecer uma fiscalização apertada e aplicação forte de sanções quando as regras de não proliferação nuclear são violadas.
Esta é pura ficção armamentista de quem pretende esconder problemas muito mais graves relacionados com dois desastres sucessivos: o Encontro do G20, sem soluções para barrar a derrocada do sistema, e a derrota do sonho belicista de Obama na NATO, querer “todos em força para o Afeganistão”. Tendo in extremis obtido apoios de alguns lacaios com os envios de pequenos reforços (já ninguém acredita! Aquilo vai acabar mal, sempre foi asim desde Alexandre o Grande...). Os “Socialistas” portugueses, a esquerda convertida a barbárie neoliberal, já deram de mão beijada o apoio a mais uma charada Yanki… Como dizia Salgueiro Maia: “O estado a que isto chegou”?!sábado, 4 de abril de 2009
Dissolução da NATO
Fotos do ataque das tropas da NATO à capital jugoslava, Belgrad, em 1999 e em paralelo fotos do ataque às Torres Gémeas, uma mesma escola, uma mesma técnica de terrorismo.
NATO é sinónimo de terror, selvajaria e de desespero para muitos povos...
O Mundo ficaria mais seguro sem esta organização.
Encontro Distrital CDU

Sim, é possivel, uma nova política ao serviço dos trabalhadores, do povo e do país;

quinta-feira, 2 de abril de 2009
Desporto e Cultura - Opinião PCP na RVE
Já no tempo dos gregos havia a noção de equilíbrio e de harmonia, no desenvolvimento humano, com a máxima - mente sã, em corpo são - isso ficou-nos como legado dos clássicos.
E hoje como estamos de cultura física e intelectual no Entroncamento?
A CME pratica uma política espartana dando razoável importância ao desenvolvimento físico dos jovens, sobretudo ao nível das elites, mas é manca na política de desporto de massas e, pior do que isso o acesso à cultura ficou para trás nas prioridades do poder.
Depois do primeiro mandato do PSD em que se trucidou o gosto pela cultura com iniciativas de duvidosa qualidade à palete, seguiu-se uma das mais gravosas medidas do 2.º mandato: a implementação da proposta do Bloco de Esquerda de instituir entradas pagas nos eventos culturais - ou seja, a institucionalização do princípio neoliberal do utilizador pagador segundo o qual só se consegue dar o devido valor a um bem se o mesmo for mercantilizado.
Esta ideia doutrinária não lembraria alguém de esquerda. Não basta a palavra “esquerda” num pano de fundo de um qualquer palanque de comício para se ser canhoto nos ideais.
A cultura e o desporto para os comunistas são componentes básicas na formação harmoniosa do indivíduo, cabendo ao Estado central ou local garantir a universalidade no acesso aos bens culturais, apoiar a criatividade intelectual e promover o bem-estar físico das pessoas.
Para os que acham que o desporto e a cultura devem ser reservados às elites, como se enganam: sem cultura o obscurantismo contagia mais que a peste bubónica e torna-se dominante e avassalador, uma epidemia que acaba por afectar até os mais esclarecidos.
A democraticidade cultural básica não existe no concelho, procurando-se iludir a sua ausência com o recurso ao mercado cultural nas suas facetas mais destrutivas da diversidade.
O Entroncamento é hoje uma referência no desporto formativo, pobre nos desportos de massas e absolutamente estéril na criatividade cultural, muito por culpa da ausência de políticas viradas para o homem integral.
O PCP exige um desenvolvimento local equilibrado da cultura e do desporto no apoio à profissionalização e à formação dos públicos e praticantes.













