terça-feira, 15 de setembro de 2009
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
UM INSULTO ÀS INSTITUIÇÕES E AO POVO DE ENTRONCAMENTO.

A homenagem a José Duarte Coelho é mais uma peça na «arte» de branquear o fascismo. “Grandes Portugueses”, “Museu de Salazar”, símbolos do nazi-fascismo pintados nas paredes e em murais, prosas mais ou menos trabalhadas pelos ideólogos de serviço, bustos dum ou de outro fascista local a surgir aqui e além, são peças do mesmo puzzle, que por vezes assumem certos disfarces e contam com a cumplicidade (às vezes passiva) de sectores da sociedade actual que, não sendo fascistas, gostam de jogar também com essa carta atrás das costas.
É nesse puzzle que nos vemos obrigados a enquadrar a recente inauguração de um busto do fascista José Duarte Coelho no Entroncamento e da menos recente colocação da sua fotografia na sala de sessões da Câmara Municipal e na Junta de Freguesia, ao lado dos legítimos representantes do povo, eleitos em eleições livres e democráticas. Como se os segundo fossem da laia do primeiro – um insulto às instituições e ao povo de Entroncamento.
Também aqui, como noutras situações idênticas, se omitem dados factuais e se usam metodologias que assentam na mera recitação documental das entidades políticas e repressoras do regime fascista. De facto, quando se fala da “obra” de José Duarte Coelho, a que documentação se recorre? Será “justa e merecida a homenagem” ao homem que, logo em 1926, após o golpe de 28 de Maio, com a ascensão da repressão e da ditadura, assume lugar de destaque na política local?
Durante todos esses anos em que José Duarte Coelho foi o representante local do estado fascista, desenvolveram-se, nesta terra, lutas por Direitos, Liberdades e Garantias, uma das quais se faz eco o jornal Avante n.º 164 de Janeiro de 1952 onde se dá conta da “campanha de terror e intimidação contra o povo de Entroncamento, começada há tempos com a prisão de vários ferroviários”. Onde estariam nesta altura e em tantas outras, as autoridades locais? Certamente a fazer “obra”… http://www.ges.pcp.pt/bibliopac/imgs/AVT6164.pdf Pena é que muitos desses lutadores, democratas e antifascistas, não estejam já no mundo dos vivos para poderem testemunhar, de viva voz, quem realmente foi essa personagem.
Erradamente, atribuem-se-lhe “benfeitorias” e “obra” no Entroncamento que, com ele ou sem ele, teriam acontecido. A junção de terrenos de duas freguesias pertencentes a dois concelhos era uma necessidade objectiva assim como o era a sua transformação em vila - decorrem de condições históricas em que o caminho-de-ferro teve papel determinante, lhe deu o nome e lhe foi traçando o desenvolvimento desde 1862.
O sector mais reaccionário e saudosista do PSD local, como principal promotor dessa iniciativa, não tem legitimidade democrática para a levar por diante. Não lha deu o povo do Entroncamento e, estamos em crer, nem sequer a sufragou nos Órgãos Autárquicos onde o deveria ter feito.
O Entroncamento tem, desse período da ditadura fascista, uma história colectiva ainda com muito por contar. Àqueles que nos acusam de pretendermos apagar a História, dizemos que a queremos bem viva e contada àqueles que a não viveram, para que seja possível dizer sempre: Fascismo nunca mais!
Entroncamento, 7 de Setembro de 2009
A Comissão Concelhia do Partido Comunista Português
É nesse puzzle que nos vemos obrigados a enquadrar a recente inauguração de um busto do fascista José Duarte Coelho no Entroncamento e da menos recente colocação da sua fotografia na sala de sessões da Câmara Municipal e na Junta de Freguesia, ao lado dos legítimos representantes do povo, eleitos em eleições livres e democráticas. Como se os segundo fossem da laia do primeiro – um insulto às instituições e ao povo de Entroncamento.
Também aqui, como noutras situações idênticas, se omitem dados factuais e se usam metodologias que assentam na mera recitação documental das entidades políticas e repressoras do regime fascista. De facto, quando se fala da “obra” de José Duarte Coelho, a que documentação se recorre? Será “justa e merecida a homenagem” ao homem que, logo em 1926, após o golpe de 28 de Maio, com a ascensão da repressão e da ditadura, assume lugar de destaque na política local?

Durante todos esses anos em que José Duarte Coelho foi o representante local do estado fascista, desenvolveram-se, nesta terra, lutas por Direitos, Liberdades e Garantias, uma das quais se faz eco o jornal Avante n.º 164 de Janeiro de 1952 onde se dá conta da “campanha de terror e intimidação contra o povo de Entroncamento, começada há tempos com a prisão de vários ferroviários”. Onde estariam nesta altura e em tantas outras, as autoridades locais? Certamente a fazer “obra”… http://www.ges.pcp.pt/bibliopac/imgs/AVT6164.pdf Pena é que muitos desses lutadores, democratas e antifascistas, não estejam já no mundo dos vivos para poderem testemunhar, de viva voz, quem realmente foi essa personagem.
Erradamente, atribuem-se-lhe “benfeitorias” e “obra” no Entroncamento que, com ele ou sem ele, teriam acontecido. A junção de terrenos de duas freguesias pertencentes a dois concelhos era uma necessidade objectiva assim como o era a sua transformação em vila - decorrem de condições históricas em que o caminho-de-ferro teve papel determinante, lhe deu o nome e lhe foi traçando o desenvolvimento desde 1862.
O sector mais reaccionário e saudosista do PSD local, como principal promotor dessa iniciativa, não tem legitimidade democrática para a levar por diante. Não lha deu o povo do Entroncamento e, estamos em crer, nem sequer a sufragou nos Órgãos Autárquicos onde o deveria ter feito.
O Entroncamento tem, desse período da ditadura fascista, uma história colectiva ainda com muito por contar. Àqueles que nos acusam de pretendermos apagar a História, dizemos que a queremos bem viva e contada àqueles que a não viveram, para que seja possível dizer sempre: Fascismo nunca mais!
Entroncamento, 7 de Setembro de 2009
A Comissão Concelhia do Partido Comunista Português
terça-feira, 18 de agosto de 2009
ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS/2009 - SORTEIO DE LISTAS
Por sorteio das listas efectuado hoje no Tribunal de Entroncamento, a ordem das listas nos boletins de voto, relativos às Eleições Autárquicas do próximo dia 11 de Outubro, vai ser a seguinte:
Concelho de Entroncamento:
1.º - CDU
2.º - PS
3.º - PSD
4.º - BE
Concelho de V N da Barquinha:
1.º - PSD
2.º - CDU
3.º - PSD
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Programa Eleitoral do PCP (Nacional) às Legislativas 2009
O Secretário-Geral do PCP, na apresentação do Programa Eleitoral do PCP, sublinhou que este se diferencia de qualquer outro, «quer pela visão distinta que projecta sobre os problemas e a situação do País, quer essencialmente pelas propostas que avança - um Programa de Ruptura, Patriótico e de Esquerda». Jerónimo de Sousa afirmou ainda que o PCP, com o seu reforço e a ampliação da sua influência social, política e eleitoral está em condições de assumir as mais elevadas responsabilidades no País.Programa Eleitoral do PCP
Uma análise, com muito rigor, da Situação Nacional.
Um Programa de Ruptura, Patriótico e de Esquerda, num marasmo às direitas (centrão e afins) de falta de ideias para o País.
domingo, 9 de agosto de 2009
Candidatos da CDU aos órgãos autárquicos de V.N. Barquinha


Cabeças de Lista
Assembleia de Freguesia de Tancos
António Augusto Russo da Silva
52 anos
Carpinteiro
Assembleia de Freguesia de Praia do Ribatejo
Luís Coelho Bernardino
62 anos
Maquinista – Ferroviário – Reformado
Eleito vários mandatos na Assembleia de Freguesia de Praia do Ribatejo
Chegou a ser candidato à Câmara Municipal de V. N. de Barquinha
Assembleia de Freguesia de Atalaia
Hélia Maria Santos Nunes Prates Bento
41 anos
Empresária em nome individual
Candidata, eleita, à Assembleia de Freguesia de Atalaia em 2005, em minoria;
Membro da Direcção da Associação de Pais da Escola EB1 Atalaia (2004/2005)
Assembleia de Freguesia de Barquinha
Luís António Gomes Sirgado
37 anos
Maquinista – Ferroviário
Candidato eleito à Assembleia de Freguesia da Barquinha
Cumpriu o mandato. Único eleito da CDU a esse órgão.
Assembleia de Freguesia de Moita do Norte
Luís Miguel Pereira Marques Feijó
43 anos
Inspector de Transportes
Assembleia Municipal
João Filipe Ricardo
56 anos
Funcionário Administrativo
Duas vezes candidato à Câmara de V.N. de Barquinha;
Duas vezes candidato à Assembleia Municipal
Candidato à Assembleia de Freguesia de Atalaia;
Candidato à Assembleia de Freguesia de Seiça (Ourém);
Actualmente eleito na Assembleia Municipal de Barquinha
Fundador da Associação de Pais da escola EB1 de Atalaia.
Câmara Municipal
Carlos Miguel Timóteo Pires
33 anos
Licenciado em Educação Física e Desporto;
Mestre em Ciências do Desporto;
Eleito da CDU na Assembleia Municipal de Vila Nova de Barquinha 2001/2005 e 2005/2009
Assembleia de Freguesia de Tancos
António Augusto Russo da Silva
52 anos
Carpinteiro
Assembleia de Freguesia de Praia do Ribatejo
Luís Coelho Bernardino
62 anos
Maquinista – Ferroviário – Reformado
Eleito vários mandatos na Assembleia de Freguesia de Praia do Ribatejo
Chegou a ser candidato à Câmara Municipal de V. N. de Barquinha
Assembleia de Freguesia de Atalaia
Hélia Maria Santos Nunes Prates Bento
41 anos
Empresária em nome individual
Candidata, eleita, à Assembleia de Freguesia de Atalaia em 2005, em minoria;
Membro da Direcção da Associação de Pais da Escola EB1 Atalaia (2004/2005)
Assembleia de Freguesia de Barquinha
Luís António Gomes Sirgado
37 anos
Maquinista – Ferroviário
Candidato eleito à Assembleia de Freguesia da Barquinha
Cumpriu o mandato. Único eleito da CDU a esse órgão.
Assembleia de Freguesia de Moita do Norte
Luís Miguel Pereira Marques Feijó
43 anos
Inspector de Transportes
Assembleia Municipal
João Filipe Ricardo
56 anos
Funcionário Administrativo
Duas vezes candidato à Câmara de V.N. de Barquinha;
Duas vezes candidato à Assembleia Municipal
Candidato à Assembleia de Freguesia de Atalaia;
Candidato à Assembleia de Freguesia de Seiça (Ourém);
Actualmente eleito na Assembleia Municipal de Barquinha
Fundador da Associação de Pais da escola EB1 de Atalaia.
Câmara Municipal
Carlos Miguel Timóteo Pires
33 anos
Licenciado em Educação Física e Desporto;
Mestre em Ciências do Desporto;
Eleito da CDU na Assembleia Municipal de Vila Nova de Barquinha 2001/2005 e 2005/2009
sábado, 8 de agosto de 2009
Apresentação do Programa Eleitoral do PCP

O PCP apresenta no próximo dia 11 de Agosto, no Salão Nobre da Reitoria da Universidade Clássica de Lisboa, o Programa Eleitoral para as Eleições Legislativas de 2009.
Construído na base de um alargado processo de participação e auscultação públicas – traduzido na realização de um conjunto de mais de duas dezenas de debates sobre temas nucleares para uma política alternativa.
Construído na base de um alargado processo de participação e auscultação públicas – traduzido na realização de um conjunto de mais de duas dezenas de debates sobre temas nucleares para uma política alternativa.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
ISTO É QUE VAI AÍ UMA SANFONADA…DESAVERGONHADA!
ANTÓNIO FILIPE, deputado do PCP, questionou hoje o governo com pergunta escrita na Assembleia da República:
"O jornal “O Mirante” do passado dia 1 de Agosto noticiou que a candidata do PS à Câmara Municipal de Alpiarça anunciou a contratação de médicos para reforçar o centro de saúde local, resultado de contactos estabelecidos entre a própria e o Governo.Segundo esse jornal a deputada terá referido que o reforço de profissionais, por ora em número incerto, resulta de contactos estabelecidos com o Governo, responsável pela efectiva contratação dos médicos.E cita palavras da própria: "Foi um acordo estabelecido com o poder central, o Governo, para colmatar falhas na região a nível da carência de profissionais do sector da saúde".Mais se refere que a candidatura da deputada à autarquia local enviou à comunicação social um comunicado onde é dito que o anunciado reforço de médicos em Alpiarça é um dos compromissos que a candidata assumirá com a população de Alpiarça.Esta notícia é tanto mais estranha, porquanto, perante a Pergunta ao Governo n.º 934/X(4.ª) apresentada pelo Deputado Bernardino Soares em 14 de Janeiro de 2009, precisamente sobre a falta de médicos no Centro de Saúde de Alpiarça, o Governo respondeu em 18 de Março, não dando qualquer garantia de resolução do problema a curto prazo.Se o Governo encontrou forma de colmatar o problema de uma forma estável e duradoura, tal como a população tem vindo insistentemente a exigir, com o apoio do PCP, isso é seguramente motivo de congratulação.Porém, a ser verdade que o Governo estabeleceu um acordo com a candidata do PS à Câmara Municipal de Alpiarça, tal configura uma violação grosseira dos deveres de neutralidade e imparcialidade das entidades públicas estabelecido no artigo 41.º da Lei Eleitoral para os Órgãos das Autarquias Locais, segundo o qual, “os órgãos do Estado não podem intervir directa ou indirectamente na campanha eleitoral, nem praticar actos que de algum modo favoreçam ou prejudiquem uma candidatura em detrimento ou vantagem de outra”.Tal procedimento constitui inclusivamente um ilícito criminal, punível, nos termos do artigo 172.º da citada lei, com pena de prisão até 2 anos ou pena de multa até 240 dias.Nestes termos, ao abrigo da alínea d) do artigo 156º da Constituição e da alínea d) do n.º 1 do artigo 4º do Regimento da Assembleia da República pergunto ao Ministério da Saúde, se foi estabelecido algum acordo entre o Governo e a candidata do PS à Câmara Municipal de Alpiarça destinado a colmatar a carência de profissionais de saúde naquele município.
O Deputado
António Filipe "
(transcrito do http://canhotices.blogspot.com/2009/08/sanfonagate-parte-iii.html)
"O jornal “O Mirante” do passado dia 1 de Agosto noticiou que a candidata do PS à Câmara Municipal de Alpiarça anunciou a contratação de médicos para reforçar o centro de saúde local, resultado de contactos estabelecidos entre a própria e o Governo.Segundo esse jornal a deputada terá referido que o reforço de profissionais, por ora em número incerto, resulta de contactos estabelecidos com o Governo, responsável pela efectiva contratação dos médicos.E cita palavras da própria: "Foi um acordo estabelecido com o poder central, o Governo, para colmatar falhas na região a nível da carência de profissionais do sector da saúde".Mais se refere que a candidatura da deputada à autarquia local enviou à comunicação social um comunicado onde é dito que o anunciado reforço de médicos em Alpiarça é um dos compromissos que a candidata assumirá com a população de Alpiarça.Esta notícia é tanto mais estranha, porquanto, perante a Pergunta ao Governo n.º 934/X(4.ª) apresentada pelo Deputado Bernardino Soares em 14 de Janeiro de 2009, precisamente sobre a falta de médicos no Centro de Saúde de Alpiarça, o Governo respondeu em 18 de Março, não dando qualquer garantia de resolução do problema a curto prazo.Se o Governo encontrou forma de colmatar o problema de uma forma estável e duradoura, tal como a população tem vindo insistentemente a exigir, com o apoio do PCP, isso é seguramente motivo de congratulação.Porém, a ser verdade que o Governo estabeleceu um acordo com a candidata do PS à Câmara Municipal de Alpiarça, tal configura uma violação grosseira dos deveres de neutralidade e imparcialidade das entidades públicas estabelecido no artigo 41.º da Lei Eleitoral para os Órgãos das Autarquias Locais, segundo o qual, “os órgãos do Estado não podem intervir directa ou indirectamente na campanha eleitoral, nem praticar actos que de algum modo favoreçam ou prejudiquem uma candidatura em detrimento ou vantagem de outra”.Tal procedimento constitui inclusivamente um ilícito criminal, punível, nos termos do artigo 172.º da citada lei, com pena de prisão até 2 anos ou pena de multa até 240 dias.Nestes termos, ao abrigo da alínea d) do artigo 156º da Constituição e da alínea d) do n.º 1 do artigo 4º do Regimento da Assembleia da República pergunto ao Ministério da Saúde, se foi estabelecido algum acordo entre o Governo e a candidata do PS à Câmara Municipal de Alpiarça destinado a colmatar a carência de profissionais de saúde naquele município.
O Deputado
António Filipe "
(transcrito do http://canhotices.blogspot.com/2009/08/sanfonagate-parte-iii.html)
domingo, 2 de agosto de 2009
ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS 2009 - Cabeças de Lista - Entroncamento
CDU apresentou os primeiros candidatos às autarquias de Entroncamento:
Mandatária: Maria Teresa Santos;
1.º Candidato à Assembleia de Freguesia de N. Senhora de Fátima:
José David da Silva Ribeiro, 58 anos
Especialista em Transportes Ferroviários
(Reformado);
Especialista em Transportes Ferroviários
(Reformado);
1.ª Candidata à Assembleia de Freguesia de S. João Baptista:
Lina Maria Correia Gonçalves Lopes, 34 anos
Licenciada em Novas Tecnologias da Comunicação, pela Universidade de Aveiro em 1997;
Licenciada em Novas Tecnologias da Comunicação, pela Universidade de Aveiro em 1997;
1.º Candidato à Assembleia Municipal:
Mário Eugénio Filipe Duarte, 56 anos
Engenheiro mecânico;
Engenheiro mecânico;
1.ª Candidata à Câmara Municipal:
Telma Cristina Antunes Jorge, 37 anos
Licenciada em Gestão de Empresas .
Licenciada em Gestão de Empresas .
sexta-feira, 31 de julho de 2009
ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS 2009
APRESENTAÇÃO DE CANDIDATOS
A CDU vai levar a efeito no próximo dia 1 de Agosto, pelas 16:45 horas, na Sala do Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário, sita na Rua Abílio César Afonso, n.º 23, no Entroncamento, uma
CONFERÊNCIA DE IMPRENSA
EM QUE SERÃO APRESENTADOS OS PRIMEIROS CANDIDATOS DA CDU ÀS ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS DE ENTRONCAMENTO (CÂMARA MUNICIPAL, ASSEMBLEIA MUNICIPAL E ASSEMBLEIAS DE FREGUESIAS DE N.S. DE FÁTIMA E S.J. BAPTISTA),
que, alem dos candidatos às autarquias referidas e outros convidados, terá a participação de ANTÓNIO FILIPE (1.º candidato do distrito de Santarém à A. R.).
A CDU vai levar a efeito no próximo dia 1 de Agosto, pelas 16:45 horas, na Sala do Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário, sita na Rua Abílio César Afonso, n.º 23, no Entroncamento, uma
CONFERÊNCIA DE IMPRENSA
EM QUE SERÃO APRESENTADOS OS PRIMEIROS CANDIDATOS DA CDU ÀS ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS DE ENTRONCAMENTO (CÂMARA MUNICIPAL, ASSEMBLEIA MUNICIPAL E ASSEMBLEIAS DE FREGUESIAS DE N.S. DE FÁTIMA E S.J. BAPTISTA),
que, alem dos candidatos às autarquias referidas e outros convidados, terá a participação de ANTÓNIO FILIPE (1.º candidato do distrito de Santarém à A. R.).
quarta-feira, 15 de julho de 2009
AGRAVA-SE O SERVILISMO SOCRÁTICO
Em novo acto de sumissão frente aos EUA, o governo português decidiu enviar mais 150 militares para o Afeganistão . Presta-se assim a servir mais portugueses como carne para canhão nas aventuras bélicas do imperialismo. Sócrates alma gemea de Durão Barroso, continua na senda da reunião dos Açores onde andou a servir de mordomo aos agressores do Afeganistão.
Reunião do Executivo termina abruptamente
Reunião de Câmara acaba mal no Entroncamento, com «piropos de parte a parte».
As «comadres» ZANGARAM-SE: PS diz ter abandonado a reunião por não concordar com o processo de aprovação dos Planos Estratégico e de Acção; o BE acusou o a maioria de expulsão da reunião; o PSD fez afirmações muito graves à oposição - Jaime Ramos acusou o PS e BE de não fazerem os trabalhos de casa, de não terem apresentado propostas para os referidos documentos e depois simplesmente chumbaram-nos.
A CDU, que não está representada no Executivo, já solicitou o acesso aos documentos, para analise… lamenta não ter sido informada relativamente a documentos tão importantes, como estes, para o futuro do concelho e repudia a atitude lamentável do PS e do BE – «dá Deus nozes a quem não tem dentes» - ao não fazerem o que lhes compete, certos de que alguém mentiu: - ou abandonaram a reunião ou foram expulsos.
O Planeamento só o é se for democrático e participado pelas populações e seus representantes eleitos nas freguesias, assembleia Municipal e executivo. A CDU nunca se esquivou ao debate de ideias para o futuro do Entroncamento.
A CDU, que não está representada no Executivo, já solicitou o acesso aos documentos, para analise… lamenta não ter sido informada relativamente a documentos tão importantes, como estes, para o futuro do concelho e repudia a atitude lamentável do PS e do BE – «dá Deus nozes a quem não tem dentes» - ao não fazerem o que lhes compete, certos de que alguém mentiu: - ou abandonaram a reunião ou foram expulsos.
O Planeamento só o é se for democrático e participado pelas populações e seus representantes eleitos nas freguesias, assembleia Municipal e executivo. A CDU nunca se esquivou ao debate de ideias para o futuro do Entroncamento.
domingo, 12 de julho de 2009
quarta-feira, 8 de julho de 2009
O grand eloquente da “esquerda trabalhista” ou não há jantares à borla…

É só finesse! uma espécie de proletariado aburguesado pronto a vender-se a troco de flashes de glória proporcionados por medias do Governo (climax nos prós e contras) e do grande capital, em horários nobres, a troco de «acordos laborais de referência» para linchar os trabalhadores portugueses e os colegas das outras fábricas do Grupo Auto-Europa espalhadas pelo Mundo.
Ecoa no eter: - "resignem-se como a «esquerda portuguesa de Palmela!» - palavra de patrão e/ou de seus lacaios no Poder.
Quando protagonistas destes, sem referências, pouco dotados de substrato filosófico, enfiam um letreiro com a palavra “esquerda” no bandulho e arrotam o veneno destilado da ideologia dominante outra coisa não se esperaria senão negar, negar, trair, trair… as origens e os camaradas.
Afinal, contráriamente ao que dizia Guerra Junqueiro, estas partes do mesmo zero sempre se juntam numa única sala de banquetes para adorar o deus patrão. Os medias, os jantares têm um preço...
Estes actos tresloucados paridos em momentos de delírio bacôco estão a levantar um coro de protestos...
Reparem nesta sequência:
1.º momento - António Chora, dirigente do Bloco de “Esquerda” da Comissão de Trabalhadores da Auto-Europa, ao lado do ex-ministro (o tal da “parelha de cornos”), a brindar à despedida... Isto é que é La Grande "esquerda";
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1296890
2.º momento – As criticas chovem de todos os quadrantes de esquerda, até de gente de esquerda no seio do Bloco de “esquerda”;
Divulgar o texto de DANIEL ARRUDA, trabalhador da Auto-Europa e blogger do blog Troll Urbano.
Está aqui: http://troll-urbano.blogspot.com/2009/07/nao-ha-jantares-gratis.html
sábado, 4 de julho de 2009
DEFESA DA ÁGUA PÚBLICA – ALENTEJO UM BOM EXEMPLO
BE - Quando a demagogia vale tudo, até comer do mesmo tacho....A propósito do acordo estabelecido entre os Municípios do Alentejo e as Águas de Portugal para a criação de um sistema destinado a resolver os problemas de abastecimento de água em «Alta» no Alentejo, o BE lançou uma campanha de mistificação assente num conjunto de falsidades.
Este acordo que preserva o carácter público da água (assente na recusa firme e determinada dos municípios da CDU em se integrarem nos sistemas multimunicipais) e que dá resposta ao grave problema de captação e adução de água em muitos dos municípios do Alentejo, é inseparável de um boicote de quase uma década (que o BE curiosamente ignora e menospreza) dos sucessivos governos destinado a impedir a aprovação das candidaturas apresentadas pelas autarquias aos fundos comunitários do anterior QCA e actual QREN (quadros comunitários de apoio).
Junta-se texto enviado para o JN por José Maria Prazeres Pós-de-Mina Presidente da Câmara de Moura (em resposta a um artigo de um dirigente do BE) que pode auxiliar a uma melhor compreensão do problema.
Este acordo que preserva o carácter público da água (assente na recusa firme e determinada dos municípios da CDU em se integrarem nos sistemas multimunicipais) e que dá resposta ao grave problema de captação e adução de água em muitos dos municípios do Alentejo, é inseparável de um boicote de quase uma década (que o BE curiosamente ignora e menospreza) dos sucessivos governos destinado a impedir a aprovação das candidaturas apresentadas pelas autarquias aos fundos comunitários do anterior QCA e actual QREN (quadros comunitários de apoio).
Junta-se texto enviado para o JN por José Maria Prazeres Pós-de-Mina Presidente da Câmara de Moura (em resposta a um artigo de um dirigente do BE) que pode auxiliar a uma melhor compreensão do problema.
« O estabelecimento de um Acordo de Parceria entre o Estado Português e diversos municípios do Alentejo, representa um novo passo e um novo formato de cooperação cuja característica principal é a sua componente pública.
Permite associar num propósito comum os esforços conjuntos do Estado e dos municípios para intervirem na resolução dos problemas do abastecimento de água em alta no Alentejo.
Difere dos sistemas multimunicipais na medida em que a competência não é retirada aos municípios, baseando-se no princípio da delegação, que cessa automaticamente caso a entidade parceira dos municípios saia da esfera pública. O que afasta qualquer hipótese de privatização. Esta questão foi aliás um dos princípios básicos colocados pelos municípios no âmbito da negociação. E o Contrato visa unicamente a criação de um Sistema Integrado de Parceria Pública.
Favorece uma intervenção conjunta dos municípios, uma vez que a sua participação na empresa a criar se faz através duma associação de municípios, que será o interlocutor junto da empresa pública parceira do processo. O que representa a congregação da força dos municípios, que embora com, uma participação de 49%, mantém um grande nível de responsabilidade na condução do sistema, dado o papel atribuído à Comissão da Parceria, cujas decisões têm de ser tomadas por maioria qualificada, o que implicará sempre uma co-responsabilização de todas as partes, e o que afasta também a hipótese e a veleidade de um dos parceiros poder impor a vontade ao outro, em matérias julgadas essenciais, com seja: o projecto tarifário, os planos de actividade, de investimento e financeiros quinquenais, bem como os projectos de reequilíbrio económico-financeiro do contrato de gestão.
Trata-se de um bom exemplo de modelo de gestão que garante a defesa da água pública, permitindo ao mesmo tempo a mobilização dos recursos (humanos, técnicos e financeiros) indispensáveis a uma gestão eficaz e eficiente da água, elevando os padrões de qualidade do serviço prestado, e possibilitando ainda que as câmaras municipais possam desenvolver políticas tarifárias ao consumidor final, que traduzam preocupações sociais.
A aprovação deste contrato pelas câmaras e assembleias municipais, culmina um processo negocial que decorreu nos últimos dois anos e que foi alvo de inúmeras reuniões envolvendo os interessados. Por outro lado têm os municípios alentejanos, promovido e realizado diversos debates públicos e tomadas de posição em torno deste tema, cujos princípios e conclusões estão alinhados com a solução agora adoptada. O conjunto de obras e investimentos a realizar na sequência deste contrato, implicam que o processo deve andar o mais rapidamente possível.
É por isso esta a solução e o momento certo para a celebração do contrato.
Moura, 2 de Julho de 2009
José Maria Prazeres Pós-de-Mina
Presidente da Câmara de Moura»
Permite associar num propósito comum os esforços conjuntos do Estado e dos municípios para intervirem na resolução dos problemas do abastecimento de água em alta no Alentejo.
Difere dos sistemas multimunicipais na medida em que a competência não é retirada aos municípios, baseando-se no princípio da delegação, que cessa automaticamente caso a entidade parceira dos municípios saia da esfera pública. O que afasta qualquer hipótese de privatização. Esta questão foi aliás um dos princípios básicos colocados pelos municípios no âmbito da negociação. E o Contrato visa unicamente a criação de um Sistema Integrado de Parceria Pública.
Favorece uma intervenção conjunta dos municípios, uma vez que a sua participação na empresa a criar se faz através duma associação de municípios, que será o interlocutor junto da empresa pública parceira do processo. O que representa a congregação da força dos municípios, que embora com, uma participação de 49%, mantém um grande nível de responsabilidade na condução do sistema, dado o papel atribuído à Comissão da Parceria, cujas decisões têm de ser tomadas por maioria qualificada, o que implicará sempre uma co-responsabilização de todas as partes, e o que afasta também a hipótese e a veleidade de um dos parceiros poder impor a vontade ao outro, em matérias julgadas essenciais, com seja: o projecto tarifário, os planos de actividade, de investimento e financeiros quinquenais, bem como os projectos de reequilíbrio económico-financeiro do contrato de gestão.
Trata-se de um bom exemplo de modelo de gestão que garante a defesa da água pública, permitindo ao mesmo tempo a mobilização dos recursos (humanos, técnicos e financeiros) indispensáveis a uma gestão eficaz e eficiente da água, elevando os padrões de qualidade do serviço prestado, e possibilitando ainda que as câmaras municipais possam desenvolver políticas tarifárias ao consumidor final, que traduzam preocupações sociais.
A aprovação deste contrato pelas câmaras e assembleias municipais, culmina um processo negocial que decorreu nos últimos dois anos e que foi alvo de inúmeras reuniões envolvendo os interessados. Por outro lado têm os municípios alentejanos, promovido e realizado diversos debates públicos e tomadas de posição em torno deste tema, cujos princípios e conclusões estão alinhados com a solução agora adoptada. O conjunto de obras e investimentos a realizar na sequência deste contrato, implicam que o processo deve andar o mais rapidamente possível.
É por isso esta a solução e o momento certo para a celebração do contrato.
Moura, 2 de Julho de 2009
José Maria Prazeres Pós-de-Mina
Presidente da Câmara de Moura»
segunda-feira, 29 de junho de 2009
O GORILA HONDURENHO

O fascismo local e o governo dos Estados Unidos, mais uma vez, derrubaram um governo eleito na América Latina. A queda do presidente de Honduras merece o repúdio de todos os povos. Entretanto, contra a tropa golpista, o povo hondurenho continua a lutar pela reposição da legalidade. A primeira coisa que o gorila de serviço fez foi cortar a electricidade a fim de eliminar os meios de comunicação social do país. A única rádio livre que, em condições precárias e através da Internet, subsistiu nas Honduras algum tempo após o golpe foi http://www.radioglobohonduras.com/ . Entretanto, desde a noite do dia 28 deixou de funcionar.
domingo, 28 de junho de 2009
Torres Novas - A CDU apresentou candidatos
sábado, 20 de junho de 2009
Santarém - CDU apresentou os três primeiros da lista à AR

Candidatos:
- António Filipe, militante do PCP, 47 anos de idade, Jurista, Professor Universitário, Vice-presidente da Assembleia da República e do Grupo Parlamentar do PCP;
- João Luís Madeira Lopes, Intervenção Democrática, 65 anos, Jurista;
- Liliana Santos, militante do PCP, 29 anos, Professora, Presidente da Assembleia de Freguesia de Couço, comissão de Freguesia de Couço do PCP;

sexta-feira, 19 de junho de 2009
19 de Junho - INTERPELAÇÃO DE “OS VERDES” NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA SOBRE AMBIENTE E POLÍTICA ENERGÉTICA DO GOVERNO
Esta sexta-feira, dia 19 de Junho, o Governo vai ser confrontado por “Os Verdes”, no quadro de uma interpelação que se realizará na Assembleia da República, sobre os impactes que a sua política energética tem tido no ambiente e no desenvolvimento sustentável do país, nomeadamente os impactes do Plano Nacional de Barragens nos recursos hídricos e na orla costeira.Esta interpelação ao governo contará com a presença do titular da pasta do ambiente e sua equipa, titulares que “Os Verdes” acusam de estarem manietados face aos grandes interesses económicos e de não assumirem as responsabilidades que o próprio cargo lhes confere.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
sábado, 13 de junho de 2009
«No domingo levámos a luta ao voto. Agora, vamos levar o voto à luta»
Editorial do Jornal Avante«A palavra de ordem gritada por dezenas de milhares de militantes e amigos do PCP na memorável Marcha CDU de 23 de Maio e, depois, no decorrer da campanha eleitoral, teve a sua confirmação plena nos magníficos resultados obtidos nas eleições para o Parlamento Europeu. Resultados que mostram, sem margem para quaisquer dúvidas, que a CDU avança com toda a confiança.
Provas inequívocas desse avanço são, como exemplifica o Comunicado do Comité Central do PCP, os mais de 70 000 votos conquistados, com o crescimento em todos os distritos e nas regiões autónomas; com a subida de 1,6 pontos percentuais; com o aumento em 23% da massa eleitoral da CDU; com a manutenção de dois deputados, num quadro de redução do número total de deputados a eleger; com as vitórias alcançadas nos distritos de Beja, Évora e Setúbal e em três dezenas de concelhos – tudo isso conferindo ao resultado obtido uma relevância notável.
E a verdade é que, confirmando o sentido do avanço e do crescimento eleitoral da CDU nos últimos actos eleitorais, este resultado projecta na vida política nacional, e para as próximas eleições, não apenas a possibilidade de derrotar a política de direita, como de impor, com o reforço da CDU, uma viragem na política nacional.
Com efeito, a CDU emerge destas eleições com a redobrada confiança que o seu resultado testemunha, como a mais sólida garantia de dar expressão às aspirações dos trabalhadores e do povo a uma vida melhor e de inscrever no horizonte próximo o objectivo de uma outra política e um outro rumo para o País.
Podem os média dominantes e os seus comentadores, analistas e politólogos de serviço, fingir que ignoram estes dados e enredarem-se em especulações baratas sobre pretensos significados de «derrotas» e «vitórias» de acordo com os seus desejos; podem prosseguir o desaforo manipulador de que deram exuberantes provas; podem dar continuidade, passadas as eleições, aos baixos ataques que, durante toda a campanha, desferiram contra a CDU; podem, enfim, ser iguais a si próprios, que não conseguem anular esta poderosa realidade: a CDU afirmou-se inequivocamente como força a crescer e obteve um resultado que a confirma como a grande força impulsionadora da luta por um novo rumo para o País, indispensável e insubstituível como alternativa à política de direita.
Na verdade, os média dominantes escreveram uma das mais negras páginas da sua história. Se até aqui o vale-tudo era a regra, nesta campanha eleitoral valeu-tudo-e-ainda-mais...É nesse mesmo quadro de desbragado desaforo que encontramos o papel das chamadas «sondagens de opinião»: se os que as encomendam e pagam, e os que aviam a encomenda a troco do que recebem, tivessem um bocadinho de vergonha, tapavam a cara, fechavam a loja e deixavam de fazer e chamar sondagens de opinião a operações que visam, não auscultar intenções de voto mas influenciar o sentido de voto dos eleitores.Ora, é também à luz desta realidade que os excelentes resultados eleitorais da CDU devem ser lidos: só uma força política profundamente enraizada nas massas populares, e com capacidade para levar por diante uma campanha como a da CDU, poderia superar tantos e tão fortes obstáculos.
De facto a espantosa campanha eleitoral da CDU - realizada por todos os seus candidatos - com destaque para a camarada Ilda Figueiredo; pelos dirigentes e quadros do PCP – com destaque para o camarada Jerónimo de Sousa; e por milhares de outros activistas da CDU – militantes do PCP, do PEV, da ID e independentes – permitiu rechaçar o essencial da ofensiva mediática e obter um resultado que, nas circunstâncias em que foi obtido, pode considerar-se histórico.
O resultado do PS constitui uma expressiva e concludente condenação da política do Governo e uma pesada derrota para o partido do Governo, traduzida designadamente na perda de mais de 550 mil votos e de 5 deputados, naquele que foi o mais baixo resultado eleitoral do PS nos últimos 22 anos.
Uma derrota que, sublinhe-se, tem as suas causas essenciais na luta de massas, na luta dos trabalhadores e das populações, na qual o PCP desempenhou um papel singular e afirmou a sua presença constante – enquanto as restantes forças políticas limitavam a sua intervenção às suas guerrazinhas do alecrim e da manjerona e às habituais sonoras declarações, inócuas em matéria de combate efectivo à política de direita.
Uma derrota que abre novos caminhos à luta pela ruptura com a política de direita que PS/PSD/CDS-PP vêm praticando há 33 anos consecutivos.
Uma derrota cujo significado o primeiro-ministro não quis entender, ao afirmar - com a tradicional arrogância e com profundo desprezo pela vontade claramente manifestada pelo eleitorado – a sua intenção de prosseguir a política que conduziu o País à dramática situação em que se encontra – e assim obrigando ao prosseguimento e à intensificação da luta contra tal política.
No decorrer da campanha eleitoral, o secretário-geral do PCP afirmou repetidas vezes que, fossem quais fossem os resultados, a luta iria continuar no dia seguinte – e que ela seria tanto mais forte quanto mais expressiva fosse a votação na CDU.Agora, podemos dizer que - porque a CDU está mais forte, porque somos mais e os votos que conquistámos são votos de luta e para a luta – que, por tudo isso, a luta vai continuar: mais forte, mais participada e com crescente confiança.
No domingo levámos a luta até ao voto. Agora, vamos levar o voto até à luta.»
Editorial in Avante de 12-06-2009
terça-feira, 9 de junho de 2009
PCP e financiamento dos partidos - Quinta, 30 Abril 2009

Em declaração de voto na Assembleia República, Bernardino Soares referiu que «se é certo que hoje foram aprovadas aqui alterações que corrigem alguns aspectos negativos, mais certo é que mesmo com elas a lei do financiamento, por cuja revogação nos batemos, continuará a ter a nossa firme oposição, por respeito com o regime democrático, a pluralidade de opções políticas e ideológicos os princípios constitucionais.» Lei do Financiamento dos Partidos Políticos e das Campanhas Eleitorais (declaração de voto)
segunda-feira, 8 de junho de 2009
CDU avança com confiança

Relativamente às últimas eleições para o Parlamento
Europeu de 2004 a CDU aumentou em número absoluto e em percentagem a sua votação no Concelho de Entroncamento. A nível nacional a Coligação cresceu a votação em 20%, tendo estado à beira de eleger o 3.º deputado (que teria acontecido caso não tivessem sido reduzidos em 2 os deputados da representação nacional no PE). A Coligação ultrapassou a barreira dos 2 dígitos. A CDU, de forma sedimentada e sustentada, recupera. assim, o eleitorado de há 20 anos.
As políticas do Governo PS sofreram um inequívoco cartão vermelho por parte dos portugueses. Por Cá como na Europa os povos mostraram o seu cepticismo face a uma Europa cada vez mais anti-social.
Europeu de 2004 a CDU aumentou em número absoluto e em percentagem a sua votação no Concelho de Entroncamento. A nível nacional a Coligação cresceu a votação em 20%, tendo estado à beira de eleger o 3.º deputado (que teria acontecido caso não tivessem sido reduzidos em 2 os deputados da representação nacional no PE). A Coligação ultrapassou a barreira dos 2 dígitos. A CDU, de forma sedimentada e sustentada, recupera. assim, o eleitorado de há 20 anos.As políticas do Governo PS sofreram um inequívoco cartão vermelho por parte dos portugueses. Por Cá como na Europa os povos mostraram o seu cepticismo face a uma Europa cada vez mais anti-social.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Domingo damo-lhes a resposta, votando CDU!
A peça exibida pela SIC sobre o comício da CDU realizado dia 2 em Almada , naquela que foi uma das maiores iniciativas da campanha eleitoral entre todas as forças partidárias, constituiu um deplorável exercício de jornalismo que viola princípios de isenção e de ética a que um órgão de comunicação social deveria estar vinculado.
A CDU apresentou protesto contra a SIC.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Na EMEF e na Sumol + Compal
Ilda Figueiredo esteve, segunda-feira, no distrito de Santarém a participar em diversas acções de campanha eleitoral.Numa visita às oficinas da EMEF no Entroncamento, a candidata da CDU contactou com os trabalhadores e soube que hoje a empresa importa material que há uns anos era fabricado na Cometna e na Sorefame, ambas já encerradas.
Trata-se, para a candidata, de exemplos...ver mais.
in jornal Avante de 04-06-2009
quarta-feira, 3 de junho de 2009
terça-feira, 2 de junho de 2009
Às Centenas os Activistas da CDU em Alpirça
A iniciativa, muito participada, em Alpiarça (contrastou com o fiasco da iniciativa de Vital Moreira no Cartaxo) é sem duvida a maior iniciativa político partidária realizada no nosso distrito no âmbito das actuais eleições para o Parlamento Europeu.
domingo, 31 de maio de 2009
Rompe as correntes que te amarram!!!

Ontem e Hoje, os governos da burguesia não são solução
Rompe as correntes que te amarram ao Passado!
Contra a Exploração
Rompe as correntes que te amarram ao Passado!
Contra a Exploração
CDU é Solução!
Basta, Basta estas Políticas estão gastas!
Um século depois, Guerra Junqueiro continua actual...
Mas hoje,
Queremos Abril de Novo
Com a Força do Povo
"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas; um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai; um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom, e guarda ainda na noite da sua inconsciência como que um lampejo misterioso da alma nacional, reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta. [.] Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula, não descriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados na vida íntima, descambam na vida pública em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira à falsificação, da violência ao roubo, donde provém que na política portuguesa sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis no Limoeiro. Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto pela abdicação unânime do País. A justiça ao arbítrio da Política, torcendo-lhe a vara ao ponto de fazer dela saca-rolhas. Dois partidos sem ideias, sem planos, sem convicções, incapazes, vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos, iguais um ao outro como duas metades do mesmo zero, e não se malgando e fundindo, apesar disso, pela razão que alguém deu no parlamento, de não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar."
Basta, Basta estas Políticas estão gastas!
Um século depois, Guerra Junqueiro continua actual...
Mas hoje,
Queremos Abril de Novo
Com a Força do Povo
"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas; um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai; um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom, e guarda ainda na noite da sua inconsciência como que um lampejo misterioso da alma nacional, reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta. [.] Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula, não descriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados na vida íntima, descambam na vida pública em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira à falsificação, da violência ao roubo, donde provém que na política portuguesa sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis no Limoeiro. Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto pela abdicação unânime do País. A justiça ao arbítrio da Política, torcendo-lhe a vara ao ponto de fazer dela saca-rolhas. Dois partidos sem ideias, sem planos, sem convicções, incapazes, vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos, iguais um ao outro como duas metades do mesmo zero, e não se malgando e fundindo, apesar disso, pela razão que alguém deu no parlamento, de não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar."
Guerra Junqueiro, "Pátria", 1896.
Um Século Depois de Junqueiro, 35 anos depois da Revolução dos Cravos
Abril foi do Povo
O Povo quere-o de Novo!
Um Século Depois de Junqueiro, 35 anos depois da Revolução dos Cravos
Abril foi do Povo
O Povo quere-o de Novo!
quinta-feira, 28 de maio de 2009
"MEDE CEM VEZES E CORTA UMA SÓ"
Transcrevemos a seguinte carta que nos foi enviada por um trabalhador ferroviário devidamente identificado:
Na sua edição de 14/05//2009, página 24, dá o jornal “o Mirante” conta de um colóquio proferido por Henrique Leal sob o tema “O Estado Novo e a família ferroviária”, colóquio esse por sua vez integrado numa iniciativa a que o B. E. local teve o bom senso de titular de “Cem Anos de Lutas dos Ferroviários”. Digo bom senso porque, por aquilo que já tenho visto vindo daquelas bandas, não me admirava nada que lhe tivesse chamado antes “Cem anos de luta do B.E. no seio dos ferroviários”.
Não assisti ao colóquio mas, pelo que é contado n’ “o Mirante”, o senhor Henrique Leal terá “borrado a escrita” ou melhor “borrou a oração” ao contar a “surpresa que teve em 2001 numa visita ao Centro de Formação da Fernave, no Entroncamento” quando “encontrou no quadro uma das frases que tinha recolhido no tempo do Estado Novo” – “MEDE CEM VEZES E CORTA UM SÓ”.
Para quem é Técnico de Serralharia Mecânica, não se consegue vislumbrar nesta frase nada de nazi, nada de anti-democrático, bem antes pelo contrário, trata-se de uma frase, pela carga simbólica que expressa, da máxima importância para quem na aprendizagem de uma profissão técnica, tem de medir peças ao milésimo de milímetro. Certamente que esta operação de medir dirá muito pouco aos historiadores, mas, repito, é uma frase importantíssima a meu ver e ao ver de muitos ferroviários que me telefonaram indignados e revoltados com a referida alocução.
Mais razão temos para nos sentirmos indignados e revoltados quando sabemos que tal oratória parte de alguém supostamente de esquerda, que em vez de balizar e fazer um retrato sério do que foi o fascismo, trata-o eufemísticamente em várias passagens do discurso, apoUca todos quantos, formadores ou formandos, foram grandes resistentes e lutadores e passaram por essa escola de aprendizes e, por via duma simples frase que não soube ou não quis interpretar, misturou formação fascista com a formação democrática do pós 25 de Abril.
Não nos surpreende, pois que, de quem aceitou sem a mais ínfima oposição que, na Câmara Municipal de Entroncamento fosse colocada uma fotografia de um fascista ao lado de democratas eleitos em eleições verdadeiramente livres, não podíamos esperar melhor.
Pessoalmente, como democrata e progressista nunca “cuspi no prato onde comi” a troco de nada e muito menos para fins eleitoralistas.Com os meus cumprimentos
Na sua edição de 14/05//2009, página 24, dá o jornal “o Mirante” conta de um colóquio proferido por Henrique Leal sob o tema “O Estado Novo e a família ferroviária”, colóquio esse por sua vez integrado numa iniciativa a que o B. E. local teve o bom senso de titular de “Cem Anos de Lutas dos Ferroviários”. Digo bom senso porque, por aquilo que já tenho visto vindo daquelas bandas, não me admirava nada que lhe tivesse chamado antes “Cem anos de luta do B.E. no seio dos ferroviários”.
Não assisti ao colóquio mas, pelo que é contado n’ “o Mirante”, o senhor Henrique Leal terá “borrado a escrita” ou melhor “borrou a oração” ao contar a “surpresa que teve em 2001 numa visita ao Centro de Formação da Fernave, no Entroncamento” quando “encontrou no quadro uma das frases que tinha recolhido no tempo do Estado Novo” – “MEDE CEM VEZES E CORTA UM SÓ”.
Para quem é Técnico de Serralharia Mecânica, não se consegue vislumbrar nesta frase nada de nazi, nada de anti-democrático, bem antes pelo contrário, trata-se de uma frase, pela carga simbólica que expressa, da máxima importância para quem na aprendizagem de uma profissão técnica, tem de medir peças ao milésimo de milímetro. Certamente que esta operação de medir dirá muito pouco aos historiadores, mas, repito, é uma frase importantíssima a meu ver e ao ver de muitos ferroviários que me telefonaram indignados e revoltados com a referida alocução.
Mais razão temos para nos sentirmos indignados e revoltados quando sabemos que tal oratória parte de alguém supostamente de esquerda, que em vez de balizar e fazer um retrato sério do que foi o fascismo, trata-o eufemísticamente em várias passagens do discurso, apoUca todos quantos, formadores ou formandos, foram grandes resistentes e lutadores e passaram por essa escola de aprendizes e, por via duma simples frase que não soube ou não quis interpretar, misturou formação fascista com a formação democrática do pós 25 de Abril.
Não nos surpreende, pois que, de quem aceitou sem a mais ínfima oposição que, na Câmara Municipal de Entroncamento fosse colocada uma fotografia de um fascista ao lado de democratas eleitos em eleições verdadeiramente livres, não podíamos esperar melhor.
Pessoalmente, como democrata e progressista nunca “cuspi no prato onde comi” a troco de nada e muito menos para fins eleitoralistas.Com os meus cumprimentos
terça-feira, 26 de maio de 2009
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Faleceu Álvaro Favas Brasileiro

Álvaro Favas Brasileiro nasceu em Alpiarça, a 2 de Março de 1935.
Aos 2 anos de idade fica sem pai.
Frequentou a escola primária Visconde Barroso, onde fez a 4ª classe com distinção.
Com a saída da escola, entra nos duros trabalhos do campo.
Aos 15 anos assiste ao assassinato do jovem Alfredo Lima, durante uma concentração de trabalhadores agrícolas em Alpiarça.
Com 16 anos, adere ao M.U.D. juvenil, cuja primeira reunião em que participa se realiza na casa de Joaquim Pratas (Joaquim Zaragata).
Em 1958, dá se o primeiro contacto com o Partido Comunista Português.
Neste mesmo ano, faz parte da Comissão de Apoio à candidatura do General Humberto Delgado.
Em 1961, é obrigado a fugir da sua terra, para não ser preso, por motivos políticos.
Em 1963, é preso pela GNR de Alpiarça e levado para o Aljube, e mais tarde ainda para Caxias.
É julgado no tribunal Plenário da Boa Hora, onde é condenado a dezasseis meses de prisão correccional e a cinco anos de perda de direitos políticos.
Depois da sua saída da prisão, é novamente chamado para tarefas políticas. Assim, em 1969 faz parte da Comissão de Apoio à campanha eleitoral do MDP-CDE.
No final dos anos sessenta, princípio dos anos setenta, ajuda a formar e a organizar as comissões de defesa dos seareiros de melão e de tomate, nos campos do vale do Tejo.
Em 1972 faz parte da Comissão Nacional do Congresso da Oposição Democrática, em Aveiro.
Ainda em 1972 é um dos fundadores e membro director da primeira Associação de Produtores de melão, em Vila Franca de Xira.
Em 1973 é candidato pelo distrito de Santarém, integrado nas listas do Movimento Democrático Português / Comissão Democrática Eleitoral (MDP-CDE) para a Assembleia Nacional.
No final da campanha, é obrigado a fugir novamente, para não voltar a ser preso.
Fez parte de muitas comissões de luta, nas praças de jorna de sua terra e esteve ligado a diversas lutas dos operários agrícolas do Ribatejo e do Alentejo.
Com o 25 de Abril, através do Movimento das Forças Armadas, foi chamado a integrar a Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Alpiarça.
Foi um dos fundadores e membro director da Cooperativa de Produção Agrícola “Mouchão do Inglês”.
Sai da Cooperativa para fazer parte da Direcção do Sindicato dos Operários Agrícolas do distrito de Santarém.
Na Comissão Nacional do Plano, representou, durante muito tempo, o sector cooperativo.
Em 1979, é candidato e eleito deputado do PCP na Assembleia da República.
Como deputado, eleito pelo distrito de Santarém, na I, II, III, IV e V Legislatura, exerceu funções de Secretário, Vice-presidente e Presidente da Comissão Parlamentar de Agricultura e Pescas, na Assembleia da Republica.
Fez parte do Secretariado do Grupo Parlamentar do PCP e pertenceu durante vários anos à Comissão de Agricultura junto do Comité Central do PCP.
Aos 2 anos de idade fica sem pai.
Frequentou a escola primária Visconde Barroso, onde fez a 4ª classe com distinção.
Com a saída da escola, entra nos duros trabalhos do campo.
Aos 15 anos assiste ao assassinato do jovem Alfredo Lima, durante uma concentração de trabalhadores agrícolas em Alpiarça.
Com 16 anos, adere ao M.U.D. juvenil, cuja primeira reunião em que participa se realiza na casa de Joaquim Pratas (Joaquim Zaragata).
Em 1958, dá se o primeiro contacto com o Partido Comunista Português.
Neste mesmo ano, faz parte da Comissão de Apoio à candidatura do General Humberto Delgado.
Em 1961, é obrigado a fugir da sua terra, para não ser preso, por motivos políticos.
Em 1963, é preso pela GNR de Alpiarça e levado para o Aljube, e mais tarde ainda para Caxias.
É julgado no tribunal Plenário da Boa Hora, onde é condenado a dezasseis meses de prisão correccional e a cinco anos de perda de direitos políticos.
Depois da sua saída da prisão, é novamente chamado para tarefas políticas. Assim, em 1969 faz parte da Comissão de Apoio à campanha eleitoral do MDP-CDE.
No final dos anos sessenta, princípio dos anos setenta, ajuda a formar e a organizar as comissões de defesa dos seareiros de melão e de tomate, nos campos do vale do Tejo.
Em 1972 faz parte da Comissão Nacional do Congresso da Oposição Democrática, em Aveiro.
Ainda em 1972 é um dos fundadores e membro director da primeira Associação de Produtores de melão, em Vila Franca de Xira.
Em 1973 é candidato pelo distrito de Santarém, integrado nas listas do Movimento Democrático Português / Comissão Democrática Eleitoral (MDP-CDE) para a Assembleia Nacional.
No final da campanha, é obrigado a fugir novamente, para não voltar a ser preso.
Fez parte de muitas comissões de luta, nas praças de jorna de sua terra e esteve ligado a diversas lutas dos operários agrícolas do Ribatejo e do Alentejo.
Com o 25 de Abril, através do Movimento das Forças Armadas, foi chamado a integrar a Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Alpiarça.
Foi um dos fundadores e membro director da Cooperativa de Produção Agrícola “Mouchão do Inglês”.
Sai da Cooperativa para fazer parte da Direcção do Sindicato dos Operários Agrícolas do distrito de Santarém.
Na Comissão Nacional do Plano, representou, durante muito tempo, o sector cooperativo.
Em 1979, é candidato e eleito deputado do PCP na Assembleia da República.
Como deputado, eleito pelo distrito de Santarém, na I, II, III, IV e V Legislatura, exerceu funções de Secretário, Vice-presidente e Presidente da Comissão Parlamentar de Agricultura e Pescas, na Assembleia da Republica.
Fez parte do Secretariado do Grupo Parlamentar do PCP e pertenceu durante vários anos à Comissão de Agricultura junto do Comité Central do PCP.
domingo, 24 de maio de 2009
sexta-feira, 22 de maio de 2009
quarta-feira, 20 de maio de 2009
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Cooperativistas da CDU em Montemor-o-Novo
O almoço contou com a participação de Pedro Guerreiro, candidato da CDU às Eleições ao Parlamento Europeu que se realizam já no próximo dia 7 de Junho.
Num ambiente de grande confiança, ali se falou de cooperativismo, da sua importância, do que sobre ele se consagra na Constituição da República Portuguesa e da necessidade de recuperar e protagonizar esse projecto; Ali se falou na importância das próximas eleições para o Parlamento Europeu, porque contrariamente ao que parece distante, foi de lá que emanaram políticas bem nefastas para a maioria dos portugueses. Os aumentos dos horários de trabalho e da idade de reforma, a destruição da capacidade produtiva nacional, etc., revelam bem quão verdadeira é a frase “Lá se Fazem, cá se pagam"; Ali se reflectiu que o dia 8 de Junho pode ser tarde demais para se ver que terá sido muito mau não se ter ido votar no dia 7.
Portanto, mais vale prevenir… e, dia 7 de Junho, VOTAR CDU SEM FALTA!
quinta-feira, 7 de maio de 2009
touro vermelhão e o sapo

Há muito, há muito tempo existe um touro vermelho imponente – o “Vermelhão”. Um dia o touro estava em acção numa das suas habituais cargas contra forças despóticas quando um sapo de triste estatura, todo imundo, peganhoso, olhar de peixe mal morto, fuças de fuinha, ar de coitado, fixou no anglo de visão o venerado touro e ficou deslumbrado.
Cheio de inveja daquele touro bravo selvagem o sapo/plagiário, “frasquinho de veneno” (nome porque era conhecido o batráquio), chamou os amigos/companheiros de percurso: sanguessugas e hienas (a corja do “centrão”).
– Olhem só o tamanho do sujeito vermelhão! É imponente, mas grande coisa; se eu quisesse também era.
As sanguessugas e as hienas, amigas de peito do batráquio, disseram: - concordamos com a tua nova condição, que sejas grande mas, manso e sem ideais (nada de ideologias).
Dizendo isso o sapo colou uma parelha de cornos na testa e um letreiro no bandulho com a palavra “esquerda” e começou a encher a pança. Em pouco tempo já estava com o dobro do seu tamanho habitual.
– Já estou grande como o Vermelhão? – perguntou, às sanguessugas e às hienas burguesas, o inchado sapo de triste figura.
– Não, ainda estás longe! – responderam-lhe em coro a cambada de “chupa-cabras”, como eram conhecidas as sanguessugas e as hienas.
- Vamos dar-te uma ajuda! – vais poder usar as copas das árvores e as elevações, daí podes meter-te nos bicos das patas para berrares desalmadamente aos quatro ventos.
A “corja do centrão”, foi mais longe, encarregou os “louva-a-deus” de fazerem um inquérito cuja amostra eram as centopeias, os mil-patas, e os percevejos, para facilitar, somaram o número de patas de todos os sujeitos inquiridos e dividiram por quatro: uma amostra e peras. Para ajudar, não houvesse surpresas, os resultados foram determinados antes do preenchimento dos questionários e entregues aos “louva-a-deus” com a recomendação de “não haver desvios”.
O batráquio horribilis apareceu à frente do vermelhão nas sondagens.
O sapo, com tanto incentivo e solidariedade de classe, inchou ainda mais um pouco e repetiu a pergunta:
– Já estou grande como o Vermelhão?
– Não – disseram de novo a corja de “chupa-cabras” -, já chega! E é melhor parares com isso porque senão vais acabar mal.
Mas era tanto o voluntarismo de imitar o majestoso vermelhão que o sapo continuou a inchar, inchar, inchar – até estourar. Boooooom…., pufff…
O cheiro foi tão nauseabundo e putrefacto que a muitas milhas chegaram pedaços: aqui um ex-PSR, ali um ex-UDP, acolá um ex-“ex-comunista”. Nus ficaram, também, os comissários políticos dos partidos do centrão, os “chupa-cabras” e Cia Lda infiltrados… que tiveram de arranjar outro objecto de diversão.
Adaptação da fábula de Lafontaine aos nossos dias.
Onde é que isto vai parar?
O nosso País está mergulhado numa profunda crise económica e social, cujos contornos e desenvolvimentos no futuro próximo são difíceis de prever com exactidão. O Governo e a maioria que o sustenta, com a cumplicidade dos comentadores de serviço e ao serviço das políticas de direita, dão o litro para tentarem convencer os portugueses de que a crise é resultado da conjuntura internacional. Dessa forma, branqueiam as responsabilidades deste e dos governos que lhe antecederam.A RTP e os incidentes do 1º de Maio
O PCP dirigiu uma carta à Direcção de Informação da RTP criticando «o papel a que o serviço público de televisão se prestou na operação montada pelo PS a propósito dos incidentes do 1º de Maio em Lisboa» que ficou marcado, «pelas piores razões, na estante de um jornalismo ditado por critérios de falta de rigor e parcialidade.»
À Direcção de Informação da RTP
À Direcção de Informação da RTP
O papel a que o serviço público de televisão se prestou na operação montada pelo PS a propósito dos incidentes do 1º de Maio em Lisboa ficará com lugar marcado, pelas piores razões, na estante de um jornalismo ditado por critérios de falta de rigor e parcialidade. Quer seja pela solícita amplificação que o PS, e a sua central de informações, construiram a partir do primeiro momento do incidente, pela repetição acrítica de meias verdades e falsificações ou pelo silenciamento das posições do PCP (alvo directo da campanha montada), a RTP marcou clara presença na tentativa de transformar a mentira em verdade, de procurar inculcar os elementos que no essencial preparassem a opinião pública para a caluniosa operação dirigida contra o PCP. Uma a uma, momento após momento, facto após facto, a RTP ignorou tanto quanto as aparências exigiam os principais visados, deu voz à mentira, silenciou a posição do PCP em que lamentava e manifestava discordância com os incidentes, classificando-os como actos isolados que só responsabilizam os seus autores (insistindo até ao dia 2 à noite na passagem da declaração de Francisco Lopes confinada à questão das desculpas devidas), colaborou activamente na promoção das ideias estruturantes da operação construída pelo PS. A RTP: realizou emissões especiais dedicadas ao acontecimento para dar espaço, sem qualquer possibilidade de contraditório, a «comentadores e analistas» dedicados a ampliar as deturpações e falsificações que a operação exigia; enxameou os estúdios de dirigentes do PS indispensáveis à difusão parcial da sua versão (sem que tenha sido dado igual oportunidade ao PCP); alterou horários de programas já gravados sobre o 25 de Abril e o 1º de Maio; já na posse das imagens da conferência de imprensa do PCP das 20h20 do dia 1 de Maio (que outros canais ainda projectaram nos jornais da noite, caso da TVI através de um directo) a RTP insistiu até ao limite nas declarações do secretário-geral do PCP gravadas num momento em que era reduzida a informação sobre o que pouco antes acontecera em outro local da manifestação (a RTP ainda editou esse registo no dia seguinte no Jornal de Tarde); manteve pela mão dos «comentadores» de serviço do PS e PSD, e em particular de António Vitorino, 48h e 72 horas depois, a difusão das mesmas deturpações e mentiras; mantém ainda hoje na total ignorância, factos sobejamente elucidativos sobre intervenientes directos no incidente que nada têm a ver com o PCP (que seguramente conhece e que outros órgãos de comunicação social já noticiaram) que fariam ruir o castelo de mentiras que quis construir. Com a esperança de que os factos hoje revistos, testemunhos do papel a que a RTP se prestou, relevem enquanto contribuição para a construção de um jornalismo ditado por critérios de independência e menos governamentalizado, receba os nossos cumprimentos
Jorge CordeiroMembro da Comissão Política do PCP
Lisboa, 5 de Maio de 2009
terça-feira, 5 de maio de 2009
Os incendiários de multidões
sábado, 2 de maio de 2009
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Sobre o 1º de Maio, os incidentes registados em Lisboa e as manobras e calúnias do PS
PCP saúda os trabalhadores portugueses e a CGTP-IN pela sua participação e realização do 1º de Maio e, ao mesmo tempo que manifesta a sua discordância e lamenta os incidentes verificados em Lisboa – num acto isolado de alguns manifestantes – não pode deixar de rejeitar as acusações, insultos e calúnias dirigidas pelo PS contra o PCP
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